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Enquanto a verba não é liberada

No início deste ano, foi noticiada a falta de manutenção da ponte da Rua Erwin Krueguer, em Testo Central.

1 de junho de 2015

No início deste ano, em um canal de televisão e em um jornal impresso de alcance regional, foi noticiada a falta de manutenção da ponte da Rua Erwin Krueguer, em Testo Central, também conhecida como “Ponte do Facão”. O assunto foi levado à tribuna na última semana, na primeira sessão da Câmara de Vereadores.
Antenor Zimermon, em seu discurso, falou da reportagem que o jornal regional fez sobre a ponte e alegou ser uma vergonha. Além disso, afirmou que nada e ninguém justificam o atraso nas obras. “Não sou engenheiro, mas eu acredito que com R$ 20 mil aquele trabalho pode ser concluído ou amenizado o problema”, afirmou.
Ricardo Campestrini, lembrou que além do jornal regional, um telejornal também trouxe o caso da Ponte do Facão como matéria principal, com direito a comentários do comentarista e do apresentador do programa. “O que me preocupa, senhores vereadores e comunidade, primeiro: essa casa independente do vereador, todos já haviam levado essa situação ao nosso Executivo. E não foi uma vez só. Segundo: já está desde março, e conversando com alguns moradores, já ouvi até comentários de que em março deste ano vão levar um bolo com uma vela de um ano para comemorar o aniversário”. E afirmou que sua maior preocupação é que ninguém assumiu a responsabilidade e ninguém se pronunciou sobre o assunto.
Hamilton Petito falou sobre a Ponte do Facão e solicitou que as críticas sejam feitas com base, pois com a desinformação o Executivo sofre julgamentos. “Gostaria de colocar algumas situações para mostrar que existem circunstâncias que não dependem do Executivo, que não dependem do Vereador, do Prefeito Paulo Pizzolatti, enfim, criticar é muito fácil, mas é bom criticar com base. Desde o tempo da última calamidade que nós tivemos, foi decisão do Governo Federal que toda assistência ao município, no sentido financeiro para subvenções e correções de situações de emergência e situações de calamidade, teria a organização dessas verbas pela Defesa Civil do Estado. Ou seja, o Governo Federal só paga os municípios através do Estado.
O prefeito Paulo Maurício Pizzolatti se manifestou sobre o assunto e disse, houve o compromisso, com o Governo Estadual, de que seria repassada verba para a efetuação de reparos na ponte. Foram prometidos, ao todo, para nosso município, uma quantia de R$ 600 mil. “Até agora recebemos, apenas, R$ 100 mil. Não sabemos ainda o que houve, para que apenas esse valor chegasse até a Prefeitura. Em setembro aconteceu outra ocorrência por causa das chuvas, mas Pomerode foi preservada por causa das obras que foram feitas de preservação e contenção. Logo, o prejuízo foi menor nesta ocasião”.
Em função disso, houve uma nova negociação. Então, segundo o prefeito, a Defesa Civil diluiu o dinheiro que viria para Pomerode. “Havia compromisso de repasse até o fim de 2011, de mais R$ 100 mil para a reconstrução”, alega Paulo.
Segundo o prefeito, esse repasse não veio, apesar do aceno de intenção, para que pudesse ser iniciada a obra de recuperação da ponte da Rua Erwin Krueguer ; mas por uma dificuldade burocrática, o valor não pode ser passado na totalidade. “Houve um problema no repasse, na linha do processo de licitação, e teve que ser adiado de novo. Mas como já havia o compromisso e a possibilidade efetiva além do compromisso do Secretário Regional, de que esse dinheiro virá de qualquer jeito, estamos aguardando esse valor para ajudar nesse processo de recuperação”, explicou o prefeito.
Enquanto a recuperação não acontece, a ponte permanece isolada e sinalizada, para que não haja comprometimento físico no local e também acidentes.

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