Geral

Bom atendimento: essencial em qualquer empresa

Conhecer o produto e enfatizar suas qualidades ao cliente, advertir sobre suas peculiaridades para auxiliar o comprador na hora de fechar o negócio, estar sempre atento às necessidades do consumidor. Essas são apenas algumas das atividades atribuídas ao balconista, que tem o seu dia comemorado em 30 de outubro.

1 de junho de 2015

Conhecer o produto e enfatizar suas qualidades ao cliente, advertir sobre suas peculiaridades para auxiliar o comprador na hora de fechar o negócio, estar sempre atento às necessidades do consumidor. Essas são apenas algumas das atividades atribuídas ao balconista, que tem o seu dia comemorado em 30 de outubro.

Este profissional está fortemente ligado ao sucesso do local onde atua. Além de receber o comprador, também é responsável pela concretização da venda. É ele quem transmite a boa imagem do estabelecimento ao cliente, atuando como relações-públicas, defendendo os interesses da empresa, mas sem descuidar do bem-estar do comprador.

O bom balconista deve estar sempre atento às necessidades do consumidor, além de supervisionar a entrada e a venda de produtos, bem como conhecer e manter organizadas as mercadorias, apontando para qual produto está sendo mais procurado, o que deve ser reposto com mais urgência na loja, qual deve ser substituído, entre outras coisas. Assim como também deve sempre estar atento às novidades do mercado.

 
Conforme o ditado popular, o cliente sempre tem razão, ainda que não seja sempre verdade, o balconista deve utilizar-se desta regra básica de venda. Ele deve conquistar a simpatia do cliente, atendendo-o e se mostrando disponível e interessado, colocando o comprador em primeiro lugar sempre, informando e orientando. O seu desempenho no balcão é decisivo também para cativar o cliente, missão delicada nesses dias de concorrência acirrada.

Todas essas exigências e qualidades se encaixam perfeitamente em Muchi Wetzstein, que trabalha a quase uma década prestando o bom atendimento ao comércio pomerodense e há dois anos integra a equipe da CP Embalagens.

Muchi conta que a profissão de balconista é completamente compatível ao seu perfil, por isso, exerce com prazer o seu trabalho, Como eu gosto muito de conversar e de estar sempre conhecendo pessoas novas, o meu perfil se encaixou perfeitamente para isso. Foi unir o útil ao agradável, afirma.

O balconista deve estar preparado para muito mais do que apenas atender, mas, principalmente, para exercer esta função de maneira que satisfaça o cliente, tendo paciência, boa vontade e um sorriso sempre estampado no rosto. A simpatia é requisito fundamental para quem almeja o sucesso nessa profissão.

Em primeiro lugar vem a simpatia. Você deve sempre ser simpático com as pessoas, mesmo se você não está em um bom dia, não está de bem com a vida. De maneira alguma você pode misturar seus problemas particulares com o trabalho. O cliente sempre tem razão, por isso, deve ser tratado da melhor maneira, enfatiza.

Uma boa comunicação, ágil e eficaz, além de agilidade mental para criar soluções em favor do cliente, também são pontos positivos para quem pretende se destacar, além disso, o balconista deve saber receber bem as pessoas, demonstrando uma boa expressão, com paciência para ouvir, orientar e tirar dúvidas, e estar sempre aberto a sugestões e ideias, enfatiza Muchi.

Como em qualquer profissão, ser balconista também tem seus prós e contras. Segundo Muchi, o horário de trabalho no comércio é um ponto que pode ser considerado negativo. Às vezes não temos muito tempo para dispor com a família, por causa do horário de trabalho. Em datas especiais, como o natal, por exemplo, você trabalha muito mais. A família fica um pouco de lado, você tem que saber conciliar entre seu trabalho e seus outros afazeres. Mesmo assim, os pontos positivos são muito superiores, finaliza.

Para a balconista, o fato de trabalhar com o público é facilitado em uma cidade como Pomerode, Como eu trabalhei em empresas e comércio, eu conheço bastante gente, aí fica mais fácil lidar com o público. Você conhece a pessoa e sabe mais ou menos o que ela precisa, sabe como ajudá-la. Então, é muito bom.

Muchi Wetzstein já trabalhou em outras áreas e exerceu outras ocupações, mas para ela, ser balconista é o que deseja pelo resto de sua carreira profissional, é a profissão na qual se realiza todos os dias. Já fui dobradeira, revisora, auxiliar de escritório e telefonista, de tudo um pouco. Mas, tudo que tem a ver com público. Acho que é por isso que gosto tanto de ser balconista, e pretendo continuar até quando eu puder trabalhar, enfatiza. Aquele que atua como balconista não é diferente de outros trabalhadores é uma pessoa antes de tudo, e deve trabalhar com profissionalismo e seriedade, sendo merecedor de respeito e admiração.

Alguns contratempos também são presenciados pelos balconistas, como situações embaraçosas e até engraçadas, como destaca Muchi. A gente sempre passa por algumas situações. Tem dias em que o cliente está de mau humor e você se esquece de algo que ele te solicitou, ou você não entendeu muito bem o que ele quis, então, às vezes acontece dele te tratar de maneira mais ríspida. Ou então, essas situações podem se tornar até engraçadas, depende do humor da pessoa que está envolvida.

Para quem quer seguir por este caminho, basta vontade e dedicação, pois Pomerode é uma cidade que está repleta de oportunidades. O ditado diz que, ‘Aqui em Pomerode só não trabalha quem não quer. Por que, se você abrir o jornal, sempre tem os anúncios de ‘procura-se, ‘precisa-se ou ‘contrata-se. Então, se por acaso você não encontrar algo na área em que está procurando, com certeza vai encontrar uma vaga em outra ocupação, seja ela qual for. Aqui em Pomerode é muito fácil, o que mais tem são opções de emprego. Só não trabalha quem não quer, finaliza.

Notícias relacionadas