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Teatro Municipal teve semana comemorativa

As comemorações pelo primeiro aniversário do Teatro Municipal de Pomerode movimentaram a agenda cultural da cidade. Fazendo parte dessas atrações, a peça ?Manual Prático de uma Mulher Desesperada?, que tem no elenco a atriz Adriana Birolli e Alex Barg, que arrancaram risadas do público presente nas duas apresentações da peça…

26 de agosto de 2010

As comemorações pelo primeiro aniversário do Teatro Municipal de Pomerode movimentaram a agenda cultural da cidade. Fazendo parte dessas atrações, a peça ?Manual Prático de uma Mulher Desesperada?, que tem no elenco a atriz Adriana Birolli e Alex Barg, que arrancaram risadas do público presente nas duas apresentações da peça (quarta e quinta-feira).
Antes do espetáculo, que teve duração de uma hora, Adriana e Alex concederam uma entrevista ao Jornal de Pomerode e contaram um pouco mais sobre a peça, carreira e a vida em geral dos dois.

Jornal de Pomerode: Como você começou sua carreira?
Adriana Birolli: Eu comecei ainda com oito anos de idade, em Curitiba. Com 13 anos eu conheci meu sócio e acabamos fazendo uma parceria que deu certo, pois tínhamos as mesmas vontades com relação ao teatro, e estamos juntos até hoje.

JP: Qual a repercussão do papel que você interpretou recentemente na novela?
Adriana: Foi maravilhoso! A Izabel teve muita empatia com o público, então todo mundo torcia muito por ela.

JP: E a manifestação do público na rua, como era?
Adriana: No caso da Izabel a repercussão foi muito boa, porque a personagem era muito sincera e as pessoas davam força para essa personalidade.

JP: Já tem previsão para voltar a atuar na televisão? E no cinema?
Adriana: Não tenho ainda expectativas para televisão. Mas logo terei minha primeira chance no cinema, ainda não posso divulgar o nome porque ele ainda não começou a ser divulgado. Em breve, vocês poderão me acompanhar também na telona!

JP: Quando você soube que viria a Pomerode, o que achou da ideia?
Adriana: Eu fiquei super feliz, porque sempre sonhei em viajar com meus espetáculos, mas é muito difícil conseguir viabilizar as viagens. Pomerode é a primeira cidade que eu viajo com o espetáculo depois de São Paulo e Curitiba.

JP: Qual foi sua impressão da cidade?
Adriana: Maravilhosa! Nossa que delícia de cidade, ainda bem que vim um dia antes e eu pude conhecer. Acompanhei o vôlei, fui a restaurantes típicos, acompanhei apresentações folclóricas. Eu que estou acostumada a viver em cidade grande, vir pra cá é relaxante, ver tanto verde, um cheiro de pureza, é maravilhoso.

JP: Qual é a sua expectativa para a apresentação em Pomerode?
Adriana: O tema central é a mulher solteira, afinal, toda mulher solteira é desesperada, se não é, logo ela vai ficar.

JP: O que achou do Teatro Municipal?
Adriana: O Teatro é lindíssimo, está completando seu primeiro aninho ainda, e é um bebê. Tenho certeza que ele ainda tem muito que receber aqui, muitos artistas devem passar pelo lugar. É um teatro super bem equipado, uma acústica ótima.
Alex Barg: Qualquer espetáculo que vier ao teatro vai ser bem atendido. É acessível, é um Teatro nota dez!

JP: Como é interpretar dois papeis na mesma peça?
Alex: Tem que fazer tudo muito rápido, mas depois que você ensaia, se acostuma com isso. Junto com a troca de figurino você troca o personagem, entrando no clima do outro, é automático, afinal, são dois opostos.

JP: Sobre a duração do espetáculo, como é?
Alex Barg: Isso varia muito de plateia, dos risos no meio inclusive. A gente adora que os expectadores riam. O tema naturalmente chama muitas mulheres ? pelo título -, mas também vêm muitos homens prestigiar e se divertem muito. Em Curitiba, quando nos apresentávamos, grupos de mulheres iam assistir, mas quando os homens acompanham as mulheres, eles apontam os detalhes para elas e acabam se divertindo igual com esse universo feminino.

JP: Há interação do público no espetáculo?
Alex: Tem um pouco, mas nada muito intenso. A gente faz brincadeiras, joga com o público, um jogo de olhar e pensamentos na verdade.

Alex ainda arriscou algumas palavras em alemão, assim como Adriana, tentando entrar no clima da cidade mais alemã do país. No final da entrevista, não faltaram elogios à estrutura oferecida pelo teatro, tanto pelos atores, quanto pelo produtor do espetáculo.

 

Outras festividades

Na sexta-feira, continuando a programação do aniversário do Teatro, aconteceu no Clube Pomerode, o primeiro Baile de Máscaras da cidade. Os ingressos variavam entre vinte e trinta reais, e na entrada, todos os convidados deveriam estar fantasiados com a máscara.
Encerrando as festividades, no domingo, 22/08, a Cia de Dança Alma Negra de Maria Morena apresentou-se com o espetáculo Sintonia. A entrada foi gratuita, e aconteceu às 17h, na cede do Teatro.

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