- Astrologia
- Auto
- Classificados
- Publicações Legais
- Bombeiros
- Colunas
- Comunidade
- Cotidiano
- Cultura
- Economia
- Entretenimento
- Educação
- Especiais
- Esporte
- Estado
- Eventos
- Pomerlamm Fest ao vivo
- Fotolegenda
- Geral
- JP Explica
- Meio Ambiente
- Mundo
- País
- Perfil Empresarial
- Polícia
- Política
- Obituário
- Revista JP
- Saúde
- Segurança
- Serviços
- Tecnologia
- Turismo
- Trânsito
- Vale do Itajaí
Cesta básica está mais cara
O preço total dos produtos aumentou 2,22% e soma quase R$300,00
A cesta básica de setembro, de acordo com o Dieese ? Departamento Intersindical e Estatística e Estudos Socioeconômicos -, registrou um aumento de quase 03%. Nesta porcentagem, os produtos em agosto que somavam R$ 292,21, em setembro passaram para R$ 299,99.
Entre os 22 itens que integram a cesta básica dos brasileiros, os que mais tiveram aumento registrado foram: Feijão (28,83%), queijo mussarela (15,23%), frango (8,99%), farinha de trigo (8,96%) e o açúcar (6,12%).
Para o Dieese, o preço do feijão ajudou a alavancar o preço da cesta e esse aumento é devido aos desequilíbrios climáticos que atingiram o Paraná no último mês, já que este é o principal produtor do feijão no país. O frango é resultado da valorização das carnes bovinas e suínas; o açúcar passou por um reajuste anual e a farinha é devido aos preços do mercado internacional.
Em contrapartida, alguns produtos tiveram quedas como a cebola (22,29%), arroz (4,31%), leite em pó (2,65%) e o extrato de tomate (1,80%).
No conjunto total, 18 produtos tiveram seus preços com aumento e 12 ficaram mais baratos. Somente o creme dental ficou sem alteração. Os alimentos foram os principais causadores da alta no preço e os produtos de higiene conseguiram amenizar um pouco o acréscimo.
Desde janeiro, a cesta básica aumentou 6,46% do seu preço e de um ano para o outro, subiu 5,89%.