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Diaconisas Frieda Klaus e Ilse Krieck

 Após um período conturbado, a situação começou a melhorar. Assim, tiveram início as ampliações necessárias. Nessa ocasião, o prédio, onde por tantos anos funcionou a maternidade da senhora Rosa Bork, foi demolido, por não ser mais funcional para as novas necessidades do Hospital. A maternidade de Rosa Bork consistia simplesmente…

15 de setembro de 2010

 Após um período conturbado, a situação começou a melhorar. Assim, tiveram início as ampliações necessárias. Nessa ocasião, o prédio, onde por tantos anos funcionou a maternidade da senhora Rosa Bork, foi demolido, por não ser mais funcional para as novas necessidades do Hospital. A maternidade de Rosa Bork consistia simplesmente em um grande Cômodo com um corredor em toda a sua volta, na frente uma pequena sala de parto, uma dependência ocupada pela família Bork e uma área coberta na entrada, e nos fundos, uma cozinha e uma lavanderia.
Quando as obras iniciaram, trabalhavam no hospital as Diaconisas Frieda Klaus e Ilse Krieck. Elas foram investidas de suas funções pelo Pastor das Diaconisas Johannes Raspe, em um culto celebrado no dia 26 de abril de 1956.
Necessitava-se de muito dinheiro para construir as obras iniciadas, nova maternidade e casa dos funcionários e das Irmãs, bem como, para a aquisição de aparelhos e instrumentos hospitalares. A Evangelische Zentrallstelle für Entwicklungshilfe e V. (VDA de Bonn acabou doanda, para tal fim, uma grande quantia em dinheiro. Os recursos recebidos permitiram concluir as obras e equipar o Hospital. Foi nesta época em que foi adquirido um aparelho de Raio-X, uma ambulância e um gerador, para combater as constantes quedas de energia da época.
Praticamente no final das obras de ampliação ocorreram sérias desavenças entre a diretoria do Hospital, o Pastor, o médico Dr. Everaldo Riedel e as Irmãs, que então, retornaram à Casa Matriz em São Leopoldo. O Dr. Riedel também deixou o Hospital e se transferiu para Jaraguá do Sul.

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