Acabou o horário de verão…
No verão, além das mudanças climáticas, os dias tornam-se mais longos, em função da posição da Terra em relação ao Sol.
No verão, além das mudanças climáticas, os dias tornam-se mais longos, em função da posição da Terra em relação ao Sol. Para aproveitar melhor as horas de sol foi desenvolvido no século XIX, nos Estados Unidos, o horário de verão. A tática é usada até hoje para diminuir a demanda nos períodos de pico e economizar energia elétrica.
Desde o dia 16 de novembro de 2011, à 0h, até o ultimo sábado (24/02) esteve em vigor o Horário de Verão 2011/2012 no Brasil. Durante sua duração, os relógios permaneceram adiantados em uma hora, até a meia-noite do dia 25 de fevereiro de 2012.
Esta edição do Horário de Verão, foi a mais longa desde 1985, é da redução de 5% na carga do sistema elétrico nacional. Nos últimos dez anos, a medida proporcionou redução média de 4,6% da demanda no horário de maior carga do sistema, o chamado horário de ponta.
Em 2011, a redução de energia registrada pela Celesc, foi de 4,9% (160 Megawatts). No ano passado, segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), na área de concessão da Celesc, o Horário de Verão proporcionou redução de 4,8% na demanda. Segundo o gerente regional da Celesc, Cláudio Varella, a economia acompanha a média nacional, que gira em torno de 5%.
“Essa economia evita com que subestações de geração de energia precisem ser construídas, já que cada uma delas teria um custo de pelo menos R$10 milhões. Com esse racionamento gerado pelo horário de verão, essas construções vão se protelando”, explica.