Mochilão dias 26, 27, 28 e 29
Amanheceu chovendo, de novo. A chuva parece que me perseguia e infelizmente estragava alguns planos. Passei o dia como da preguiça. Não fiz muita coisa, caminhei pela cidade, trabalhei com algumas fotos e vídeos que fiz durante a viagem.
DIA 26 –
Amanheceu chovendo, de novo. A chuva parece que me perseguia e infelizmente estragava alguns planos. Passei o dia como da preguiça.
Não fiz muita coisa, caminhei pela cidade, trabalhei com algumas fotos e vídeos que fiz durante a viagem. Vi filmes e comi besteiras. Visitei o pessoal da Secretaria de Turismo em busca de mais informações.
Gravei com vendedores de artesanato. Conheci uma senhora que deixou Santiago em busca de uma vida mais tranquila. Visitei um restaurante e filmei um prato típico, o curanto. É uma mistura de mariscos, carnes e batatas.
DIA 27 –
Dia de despedidas. A Ilha de Chiloé me encantou. Não sei. Tem algo diferente na região. Visitando o lugar a pessoa se sente mais envolvido com a natureza. Meu ônibus saiu às 14h05m para Puerto Montt, R$ 16,00. Duas horas de viagem. Cheguei ao terminal de ônibus e caminhei até o Hostel Tren del Sur, muito bem localizado por sinal, aconchegante. Jantei um salgado em uma padaria em frente ao local, vi TV, os Chilenos criando expectativa para a Copa.
DIA 28 –
Dia do Jogo, Brasil X Chile. Acordei tarde, caminhei na cidade que estava em baixo de uma neblina muito forte. Não rendeu praticamente nada de fotografia. Voltei para o jogo. Que jogo! Eim? Saí pra dar mais uma volta e o tempo não mudou.
DIA 29 –
Acordei triste e feliz. Feliz por voltar pra casa. Viajar sozinho durante um mês te faz sentir saudades da família, amigos. Enfim.
Normal, né? Peguei um ônibus no terminal da cidade que me levou até o Aeroporto El Tepual, em Puerto Montt. Foram três voos na verdade.
Puerto Montt à Santiago, Santiago à Guarulhos e Guarulhos à Florianópolis. Depois mais três ônibus e cheguei em Pomerode.
Foram 29 dias de mochilão. Conheci 12 cidades diferentes. Matérias especiais no Jornal de Pomerode e materiais no site do jornal. Vídeos com imagens dos mais diferentes lugares, do deserto a capital do país.
Uma viagem e um projeto que me deixaram encantado. Só me resta agradecer a Deus pela oportunidade. Aos familiares e amigos que acompanharam. E claro, a toda direção do Jornal de Pomerode, em especial ao Mani Goede, que aprovou o projeto e Alexandra Ittner, que me aturou diariamente com o envio dos materiais. Um abraço e obrigado também a Ivan Koch, Karol Pinto e toda equipe. Obrigado! E sim, até o próximo Mochilão!