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Juradas avaliam participantes do concurso de casquinhas

Concurso tem como objetivo fomentar as tradições da Páscoa entre os mais jovens.

19 de março de 2018

Muitas cores, diferentes materiais, novas ideias e maneiras de ver o mundo. As crianças e jovens pomerodenses utilizaram todas estas características para tentarem dar o seu melhor no concurso de casquinhas, que, em 2018, chegou à sua 12ª edição, promovendo a continuidade das tradições da Páscoa da cultura germânica herdada de nossos colonizadores. 

Nesta edição, o concurso é dividido em cinco categorias, sendo elas: Ensino Fundamental I; Ensino Fundamental II; Pré-Escola; Ensino Médio e Apae. Estas cinco categorias, são, ainda, subdivididas em outras três categorias, pintura, colagem e técnica natural, separando os tipos de produção executadas pelas crianças e jovens.

As casquinhas produzidas pelos estudantes pomerodenses, das redes pública e privada, foram avaliadas pelas artesãs Elizabeth Gasparek, Margareth Soethe e Silvana Pujol. Em cada subcategoria, serão escolhidas as três melhores casquinhas, que serão as vencedoras. 

“Juntamente com as casquinhas, os participantes foram desafiados a produzir um texto chamado de memorial, em que relatam como são as tradições da Páscoa na sua família, ou seja, como eram pintadas as casquinhas. Isso as desafia a conversar com quem é mais velho e saber mais sobre a sua própria história, descobrindo coisas novas”, explica o coordenador do concurso, Alceu Constanth.

As três juradas passaram a tarde de terça-feira, 13 de março, avaliando as casquinhas, observando aspectos como a estética e outras características, como criatividade e materiais utilizados. Quando elas chegavam a um acordo, decidiam as vencedoras de cada categoria. 

Elas também destacaram a vantagem da temática livre para as crianças. “Deixar esta liberdade para as crianças faz com elas possam deixar a própria criatividade fluir. Então, elas acabam desenvolvendo um estilo próprio, criando coisas novas, e, assim, descobrimos novos talentos e estilos de arte”, afirmam as juradas. 

 

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