Juradas avaliam participantes do concurso de casquinhas
Concurso tem como objetivo fomentar as tradições da Páscoa entre os mais jovens.
Muitas cores, diferentes materiais, novas ideias e maneiras de ver o mundo. As crianças e jovens pomerodenses utilizaram todas estas características para tentarem dar o seu melhor no concurso de casquinhas, que, em 2018, chegou à sua 12ª edição, promovendo a continuidade das tradições da Páscoa da cultura germânica herdada de nossos colonizadores.
Nesta edição, o concurso é dividido em cinco categorias, sendo elas: Ensino Fundamental I; Ensino Fundamental II; Pré-Escola; Ensino Médio e Apae. Estas cinco categorias, são, ainda, subdivididas em outras três categorias, pintura, colagem e técnica natural, separando os tipos de produção executadas pelas crianças e jovens.
As casquinhas produzidas pelos estudantes pomerodenses, das redes pública e privada, foram avaliadas pelas artesãs Elizabeth Gasparek, Margareth Soethe e Silvana Pujol. Em cada subcategoria, serão escolhidas as três melhores casquinhas, que serão as vencedoras.
“Juntamente com as casquinhas, os participantes foram desafiados a produzir um texto chamado de memorial, em que relatam como são as tradições da Páscoa na sua família, ou seja, como eram pintadas as casquinhas. Isso as desafia a conversar com quem é mais velho e saber mais sobre a sua própria história, descobrindo coisas novas”, explica o coordenador do concurso, Alceu Constanth.
As três juradas passaram a tarde de terça-feira, 13 de março, avaliando as casquinhas, observando aspectos como a estética e outras características, como criatividade e materiais utilizados. Quando elas chegavam a um acordo, decidiam as vencedoras de cada categoria.
Elas também destacaram a vantagem da temática livre para as crianças. “Deixar esta liberdade para as crianças faz com elas possam deixar a própria criatividade fluir. Então, elas acabam desenvolvendo um estilo próprio, criando coisas novas, e, assim, descobrimos novos talentos e estilos de arte”, afirmam as juradas.