Inimigos declarados: Gravidez e Gripe A (H1N1)
Dentre os grupos de risco, as gestantes estão em destaque, uma vez que a gripe A (Influenza H1N1), embora sem muita explicação, demonstrou provocar mais complicações e mortes entre elas. Por isso, as grávidas estão no grupo de risco para a gripe A e estão incluídas na campanha de vacinação do governo.
Dentre os grupos de risco, as gestantes estão em destaque, uma vez que a gripe A (Influenza H1N1), embora sem muita explicação, demonstrou provocar mais complicações e mortes entre elas. Por isso, as grávidas estão no grupo de risco para a gripe A e estão incluídas na campanha de vacinação do governo.
O risco maior das complicações da gripe H1N1 é para a saúde da mãe, pois ela pode piorar rápido e ficar com pneumonia e dificuldade de respirar. Mas, se a mãe não estiver bem, o bebê acaba sofrendo também. O parto prematuro é um dos riscos. Grávidas com sintomas de gripe, principalmente febre, tosse e/ou dor de garganta, devem falar com o médico nas primeiras 24 horas, mesmo que tenham sido vacinadas. O motivo é que o remédio específico para combater o H1N1, um antiviral, funciona melhor se tomado nas primeiras 48 horas da doença. É importante ficar sempre atenta para os sinais de alerta de problemas na gravidez.
Segundo o Ginecologista, Dr. Alexandre Lopes, desde a epidemia pela influenza A (H1N1) a partir de 2009, a gravidez colocou as mulheres saudáveis em risco aumentado, sendo as gestantes consideradas de alto risco para a morbidade e a mortalidade, reforçando a necessidade da vacinação.
“Este ano a vacinação da H1N1 atingiu a meta na cidade de Pomerode, não ocorrendo nenhuma notificação entre as gestantes, ao contrário dos últimos dois anos, quando houve casos em nossa cidade. A gestação é um estado transitório de enfraquecimento do sistema imunológico das pacientes, motivo pelo qual todas devem tomar a vacina contra a gripe A”, explicou Dr. Alexandre.