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Projeto da nova estrutura da ponte pênsil já está em andamento

Ponte pênsil que liga as duas margens da Rua Johanes Roedel, tem como principal finalidade atender a pedestres e ciclistas. Sua nova estrutura já começou a ser construída. As duas bases, em cada uma das margens, já estão prontas. Faltam a estrutura no meio do rio e os cabos de sustentação.

27 de junho de 2017

Em 2011, Pomerode sofreu com uma enchente de grandes proporções, deixando boa parte da cidade debaixo d’água. Além do Rio do Testo ter atingido um nível altíssimo, a correnteza ficou muito forte. 

Entre os inúmeros estragos, a “pinguela” que ficava sobre o Rio do Testo e ligava as duas margens da Rua Johanes Roedel, no Centro, foi arrancada pela força da água. A ponte pênsil era destinada ao tráfego de pedestres, principalmente crianças que estudavam na E.E.B.M. Curt Brandes e precisavam atravessar o rio. 

A nova estrutura da ponte já começou a ser construída. As duas bases, em cada uma das margens, já estão prontas. Faltam a estrutura no meio do rio e os cabos de sustentação. 

O Projeto foi desenvolvido tendo em vista que os principais usuários dela seriam os alunos, à pé ou de bicicleta, por isso, a largura da ponte não pode ser maior do que o que está construído. 

“Se a ponte fosse mais larga, outros veículos maiores poderiam passar, desviando o propósito da ponte. Ela é destinada para pedestres, principalmente os alunos da escola da região, então, veículos maiores não devem passar para não oferecer nenhum risco. Um engenheiro é responsável pela obra e tudo está sendo feito do jeito correto”, explica Wilhelm Zilz, secretário de Obras de Pomerode. 

Quanto à continuidade da obra, o secretário admite que ainda não há uma previsão para que ela prossiga, já que a empreiteira que assumiu a construção da ponte, está finalizando uma outra obra, e só deve voltar a trabalhar a Rua Johanes Roedel quando a outra construção estiver finalizada. 

Até lá, são duas opções para os pedestres. A ponte da Rua Castelo Branco, ou a Rua Arthur Reinert, ambas nas mesmas pontes em que trafegam carros, motos, ônibus e caminhões. 

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