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Polvos de crochê são entregues no Hospital e Maternidade Rio do Testo

Na manhã de quarta-feira, 10 de maio, foi realizada a entrega dos polvos de crochê confeccionados por um grupo de artesãs do Núcleo de Economia Criativa da Acip, destinados aos recém-nascidos do hospital que necessitam de um tempo de recuperação na incubadora.

15 de maio de 2017

Na manhã de quarta-feira, 10 de maio, foi realizada a entrega dos polvos de crochê confeccionados por um grupo de artesãs do Núcleo de Economia Criativa da Acip, destinados aos recém-nascidos do hospital que necessitam de um tempo de recuperação na incubadora.

Estiveram presentes, na entrega, o coordenador no Núcleo, Maurício Nienow, as artesãs que abraçaram a ideia do Projeto Octo em Pomerode, membros da diretoria do Hospital e Maternidade Rio do Testo, e representantes da mídia.

Nienow iniciou contando a história de como o Projeto Octo chegou a Pomerode, explanando, resumidamente, como aconteceram as conversas iniciais e como surgiu a ideia de trazer a iniciativa para nossa cidade. Posteriormente, ele oficializou a entrega dos 14 primeiros polvos e firmou o compromisso de doar, mensalmente, mais alguns exemplares.

“Nosso grande desafio, agora, é conseguir o engajamento da comunidade para que ela abrace a causa, doando o material para a confecção dos polvos ou se oferecendo como voluntária para confeccioná-los”, pondera Nienow.

A coordenadora de enfermagem, Gisele Sens, reforçou a importância da iniciativa e o lado humano que ela agrega ao hospital. “Os polvos de crochê irão ajudar na segurança dos bebês, para que não se mexam muito. Outro ponto bastante importante é a humanização que eles promovem, aspecto que, por vezes, falta em hospitais. O projeto vai ajudar a destacar o lado humano do hospital, procurando deixar o ambiente menos carregado”, reforça.

Quanto à segurança e saúde dos bebês, Gisele garante que tudo foi previamente analisado, com cautela. “Todos os testes já foram realizados e os polvos, aprovados. Cada bebê terá o seu polvo exclusivo e ele será devidamente esterilizado, com todas as precauções necessárias para garantir a saúde deles”.

O diretor do HMRT, Frank Volkmann, reforçou o apoio à iniciativa e revelou que existem planos para ampliar a sua abrangência. “Um sonho é poder oferecer os polvos de crochê, futuramente, a todos os recém-nascidos, não somente os da incubadora, como é agora”.

Nos próximos dias, pretende-se lançar uma campanha para escolher o nome do polvo. Serão dadas três opções de nomes e a comunidade poderá votar e ajudar na escolha.

Relembrando que a população pode ajudar com as doações de fios para a confecção dos polvos de crochê e, caso tenha dúvida, o interessado pode buscar orientação na Loja Feito em Pomerode, no Centro Cultural.

Também se houver alguma pessoa que deseja ser voluntária e aprender como é a técnica de na confecção, pode ir até a loja e conversar com artesãs, que estão de braços abertos para receber qualquer pessoa que tem o desejo de auxiliar.

 

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