Adotar: amar sem ressalvas
Três cãezinhos foram adotados pela família Correa, que não teve preconceitos e os acolheu independente de raça e idade. A família de Altamir Correa já tinha a companhia de um amiguinho de quatro patas quando adotou o primeiro cachorro de rua. A filha, Fernanda Correa, em 2003, quando tinha apenas um ano de idade, ganhou um filhotinho de presente, o qual chamaram de Xuxa.
A família de Altamir Correa já tinha a companhia de um amiguinho de quatro patas quando adotou o primeiro cachorro de rua. A filha, Fernanda Correa, em 2003, quando tinha apenas um ano de idade, ganhou um filhotinho de presente, o qual chamaram de Xuxa.
Já em 2008, encantaram-se com uma cachorrinha abandonada na rua, a Lesci, que na ocasião tinha dois anos. “Encontramos a Lesci abandonada na rua. Ela tocou nosso coração e decidimos trazê-la conosco para a casa, isso em 2008”, conta Correa. Depois disto, a família canina só aumentou.
No ano seguinte, ele conta que compraram mais um filhote, da raça Pinscher, que recebeu o nome de Chely. Tudo parecia tranquilo, mas em 2015, quando Xuxa morreu, Correa relata que eles perceberam que Lesci sentia falta de mais um cachorro para brincar. Foi quando optaram por mais uma adoção.
“Uma amiga da família tinha uma cachorrinha que tinha pouco mais de quatro anos, e estava colocando-a para adoção. Nós resolvemos adotar a Preta para fazer companhia à Lesci”, comenta o dono. “Foi um desafio, porque ela tem uma das patas dianteiras amputas, mas ela nos encantou e não tivemos como não adotá-la”.
E, como o ato de adotar parece viciante, a família Correa adotou mais um companheiro de quatro patas. Foi em 2016, quando viram um anúncio nos classificados de filhotes de cachorro para doação. Entre estes filhotes, encontraram a Princesa. “Vimos a foto dela, gostamos logo de cara e fomos imediatamente buscá-la. Ela tem hoje um ano e 06 meses e está conosco há 08 meses”, afirma o motorista do Samae.
Ele acrescenta que nunca tiveram preferência por idade ou raça, mas adotavam porque viam que o animal precisava de um lar e de carinho, além de gostarem muito de animais. Hoje, são quatro companheiros caninos em casa, dos quais três são adotados.
“Só não adotamos mais porque não temos mais espaço em casa, infelizmente. Mas se houvesse, com certeza adotaríamos mais”, garante Correa.