Reparo em adutora
Rompimento ocorreu há algumas semanas. Após conserto, área foi monitora e novo vazamento foi registrado. Pomerodenses sentiram a falta de água no domingo, 19 de fevereiro. A população pomerodense se programou para a falta de água. No entanto, problemas com a tubulação atrasaram a normalização da distribuição de água pela ETA II. Como consequência, diversas localidades pomerodenses sofreram com a falta de água no domingo, 19 de fevereiro.
A população pomerodense se programou para a falta de água. No entanto, problemas com a tubulação atrasaram a normalização da distribuição de água pela ETA II. Como consequência, diversas localidades pomerodenses sofreram com a falta de água no domingo, 19 de fevereiro.
O presidente da Samae de Pomerode, Ricardo Campestrini, explicou que o reparo efetuado na adutora que rompeu há algumas semanas estava programado para ser finalizada até às 10h30min. O horário inicial foi cumprido, no entanto, um imprevisto ocorreu. “Nossa equipe técnica foi muito eficiente e concluiu as obras às 9h30min. No entanto, quando a distribuição de água foi reativada na ETA II, um novo problema surgiu. O tubo, de cimento amianto, é muito antigo e começou a esfarelar. Logo, o local onde estava a junção dos materiais foi prejudicada e um novo vazamento, ainda maior, começou”, explica.
O buraco localizado na rua Progresso, em Testo Alto, que estava sendo monitorado após o primeiro vazamento, logo foi tomado por água. “Leva-se mais de uma hora para retirar a água do local. E, após o novo conserto, mais uma vez o tubo apresentou problemas. Isso ocorreu em três oportunidades. Portanto, o trabalho finalizado às 9h30min precisou ser refeito e, por isso, o atraso no reestabelecimento da distribuição de água”, revela.
Ricardo frisa, ainda, que a tubulação precisa ser trocada. “Temos que pensar que há cerca de 25 anos esses tubos estão ali. Alguém precisa assumir essa responsabilidade e nós vamos fazer isso. Sabemos dos custos e, também, que haverá transtornos, mas essa é uma obra necessária. Vamos iniciar com a reforma do filtro 4, que deve ocorrer na primeira semana de março. O investimento total, de novos filtros e reforma dos antigos, deve girar em torno de R$ 1 milhão”, completa.
O presidente da autarquia finaliza reforçando a necessidade das obras. “Este é um problema que precisa ser resolvido e o faremos. Quero pedir desculpas pelo transtorno e agradecer pela compreensão. As obras vão afetar a população, mas vamos trabalhar para que seja da menor maneira possível. Entendemos que se faz necessário tomar medidas agora para que, no futuro, as consequências não sejam piores”, encerra.