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Para votar favorável ao Impeachment

Deputado Federal João Paulo Kleinubing precisou deixar Secretaria de Saúde do Estado para que pudesse participar da
votação no processo de Impeachment da Presidente Dilma Rousseff

22 de abril de 2016

O Deputado Federal João Paulo Kleinubing deixou a Secretaria de Saúde do Estado, no início de abril, para que pudesse participar da votação no processo de Impeachment da Presidente Dilma Rousseff, mas que tem intenção de retornar e continuar os trabalhos na secretaria assim que o processo finalizar. O Jornal de Pomerode conversou com o Deputado para saber como foi o processo e os próximos passos no governo. “Tenho sim intenção de voltar à Secretaria de Saúde. Deixei claro ao Governador Raimundo Colombo que sairia antes para poder participar do processo de impeachment. Tenho compromissos como Deputado, com os eleitores, para cumprir com as expectativas e para honrar com a vontade do Brasil. Eu fui até Brasília para participar da votação e votar favorável ao impeachment da Presidente para dar esperança de um futuro melhor. E isso significa ter consciência de que os nossos problemas não serão resolvidos apenas com a saída da Dilma, mas é o início de um processo para revitalizar a credibilidade do governo”.

Para o Deputado, o governo perdeu a credibilidade e precisa de mudanças. “Votei favorável ao impeachment pela questão do relatório e o desejo de mudança das pessoas. Eu acho que o governo da Presidente Dilma perdeu credibilidade, perdeu contato com a sociedade, perdeu o apoio governamental e não há governo que se sustente sem isso”.

Se o Senado prosseguir com o processo de Impeachment, o Vice-Presidente Michel Temer assume e, segundo o Deputado, o governo vai precisar mostrar mudanças. “Eu acho que o Michel Temer, a partir da confirmação do Senado, vai precisar imediatamente chamar a sociedade para participar do governo, um governo que consiga possivelmente mostrar uma mudança clara, um governo que vai precisar fazer. Nós sabemos que vai ser doloroso, mas que ele tenha credibilidade, que ele tenha a confiança das pessoas para ele fazer o que precisa ser feito”.

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