Medula compatível
O transplante de medula óssea tão esperado pelo pomerodense Simond Hoffmann, finalmente aconteceu na última
sexta-feira, 2 de outubro. A medula óssea recebida veio de um doador de 22 anos, que mora no Rio Grande do Norte.
De acordo com o filho, Adilson, a cirurgia foi realizada com sucesso
O transplante de medula óssea tão esperado pelo pomerodense Simond Hoffmann, finalmente aconteceu na última sexta-feira, 2 de outubro. A medula óssea recebida veio de um doador de 22 anos, que mora no Rio Grande do Norte. De acordo com o filho, Adilson, a cirurgia foi realizada com sucesso e, agora, Simond experimenta algumas reações do pós operatório, como dores intensas pelo corpo e mucosite, uma inflamação que pode provocar dores nas mucosas, que dificulta o paciente a se alimentar.
Agora, se tudo correr bem, Simond ainda fica internado no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, por cerca de 30 dias. Posteriormente ele deve se instalar nas proximidades do hospital para continuar fazendo um acompanhamento médico.
Adilson conta que as médicas que realizaram todo o atendimento de Simond, até agora, estão otimistas. “Embora a doença de meu pai seja considerada a mais grave de todas, pois ele possui leucemia LMA, e o transplante seja o mais complicado, as médicas acham que ele está se saindo muito bem. Está se ajudando e, embora e alimentar seja complicado no momento, ele se esforça”.
Um gesto de amor ao próximo – Com a realização do transplante, Simond agora deve passar por transfusões de sangue e para isso, vai contar com voluntários dispostos a fazer doações o que é fundamental. Adilson conta que muitas pessoas de Pomerode se sensibilizaram com o caso e fizeram questão de contribuir. Até agora 25 moradores da região se deslocaram até Curitiba para doar sangue. Adilson tem levado os voluntários até o Hospital Nossa Senhora das Graças. Na última segunda-feira, por exemplo, foram de Topik, em caravana, para fazer a doação. Entre os voluntários estavam dois colaboradores do SAMU de Pomerode. “Essas ações incentivam que mais pessoas contribuam e doem sangue. Não importa o tipo sanguíneo da pessoa, se não ajudar a um paciente outro com certeza irá se beneficiar com a doação. Estamos muito agradecidos com todos que tem se demonstrado solidários a nossa causa. Criamos um grupo no WhatsApp com todos os que já doaram sangue, para que se for necessário, o façam novamente em outra oportunidade”, finaliza Adilson.