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Quatro buracos, três ruas e nenhuma resposta

Bastam 15 minutos pelas ruas centrais da cidade para encontrar vias que podem ser consideradas em “meia pista”
tamanho o buraco nelas localizado.
O primeiro deles, em frente ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode, está na rua Hermann Weege.

3 de fevereiro de 2015

Bastam 15 minutos pelas ruas centrais da cidade para encontrar vias que podem ser consideradas em “meia pista” tamanho o buraco nelas localizado.

O primeiro deles, em frente ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode, está na rua Hermann Weege. Por lá é comum observar condutores invadindo a pista contrária para desviar da obra mal concluída.

Mais complicada do que isso é a dificuldade que os moradores do Ribeirão Areia encontram toda vez que solicitam que a via principal do bairro seja reconstituída. Lá, em menos de 200 metros, é preciso, na subida do morro, efetuar dois desvios.
E no coração da cidade, na recém-inaugurada Ponte do Ramthun, outra surpresa aos motoristas: mais um buraco.

Em todos eles a solução encontrada leva ao pé da letra a palavra “temporária” tendo em vista que para tapá-los são colocas carradas de areia, que misturam-se ao asfalto já quebrado e, com o tráfego intenso, só faz aumentar o tamanho do problema.

As comunidades envolvidas buscam por respostas e, em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura, que buscou retorno das secretarias de planejamento e obras, além do Samae, até o fechamento desta edição nenhuma data, prazo ou explicação foi repassada.

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