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Quatro buracos, três ruas e nenhuma resposta
Bastam 15 minutos pelas ruas centrais da cidade para encontrar vias que podem ser consideradas em “meia pista”
tamanho o buraco nelas localizado.
O primeiro deles, em frente ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode, está na rua Hermann Weege.
Bastam 15 minutos pelas ruas centrais da cidade para encontrar vias que podem ser consideradas em “meia pista” tamanho o buraco nelas localizado.
O primeiro deles, em frente ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode, está na rua Hermann Weege. Por lá é comum observar condutores invadindo a pista contrária para desviar da obra mal concluída.
Mais complicada do que isso é a dificuldade que os moradores do Ribeirão Areia encontram toda vez que solicitam que a via principal do bairro seja reconstituída. Lá, em menos de 200 metros, é preciso, na subida do morro, efetuar dois desvios.
E no coração da cidade, na recém-inaugurada Ponte do Ramthun, outra surpresa aos motoristas: mais um buraco.
Em todos eles a solução encontrada leva ao pé da letra a palavra “temporária” tendo em vista que para tapá-los são colocas carradas de areia, que misturam-se ao asfalto já quebrado e, com o tráfego intenso, só faz aumentar o tamanho do problema.
As comunidades envolvidas buscam por respostas e, em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura, que buscou retorno das secretarias de planejamento e obras, além do Samae, até o fechamento desta edição nenhuma data, prazo ou explicação foi repassada.