Um concurso um tanto quanto diferente
Um projeto realizado com a turma do terceiro semestre de Engenharia Civil da Uniasselvi visava à construção de uma ponte de macarrão. Com o objetivo de analisar os diferentes aspectos e a resistência do material e das forças que seriam aplicadas, a Margaret Luzia Froehlich, da disciplina de Mecânica, lançou…
Um projeto realizado com a turma do terceiro semestre de Engenharia Civil da Uniasselvi visava à construção de uma ponte de macarrão. Com o objetivo de analisar os diferentes aspectos e a resistência do material e das forças que seriam aplicadas, a Margaret Luzia Froehlich, da disciplina de Mecânica, lançou o desafio aos acadêmicos.
O trabalho poderia ser individual ou em grupos de até seis integrantes. A regra era que a construção das pontes fosse inteiramente de macarrão, sendo permitido apenas um material diferente para o ponto de apoio da carga, onde foi liberado o uso de qualquer tipo de cola. Um esquema deveria ser seguido, onde ficaram definidos os tamanhos máximos: 50 cm de altura, 20 cm de largura e o comprimento (vão livre) tinha que ter 60 cm.
Os grupos poderiam escolher como montar sua ponte, para ser o campeão era preciso ter uma ponte leve e que ao mesmo tempo aguentasse o máximo possível de peso. Os resultados foram várias pontes dos mais variados tipos. E os testes para determinar qual a ponte mais resistente foram feitos em sala de aula, onde foram pendurados pesos.
Após várias terem se quebrado chegou-se em duas finalistas. Os pesos tinham acabado e os alunos começaram a se pesar em uma balança e partindo dos mais leves começaram a se pendurar nas pontes. Os finalistas deste quase concurso foi em 2º lugar uma ponte de 1,380 kg que aguentou uma pessoa de 95 kg e em 1º lugar ficou a ponte da acadêmica Patrícia Klotz, de 18 anos, que pesava 1,180 kg e aguentou uma pessoa de 105 kg.
“A minha ponte não chegou a quebrar, significando assim que ela poderia ter agüentado ainda mais, porém chegou-se ao final da aula e das pessoas mais pesadas da turma, tendo que considerá-la como sendo a melhor e, até então, inquebrável” finaliza Patrícia.