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Uma visita especial
WALTRUD SIEWERDT- Recebemos uma visita muito especial, que a nossa amiga Isadora e o seu pai João nos trouxeram. Era um “Sapo”, pequenino, era marrom com pintinhas pretas. O sapo ficou durante toda à tarde na nossa sala. Ele estava dentro de um vidro, com uma toca fina que estava…
WALTRUD SIEWERDT- Recebemos uma visita muito especial, que a nossa amiga Isadora e o seu pai João nos trouxeram.
Era um “Sapo”, pequenino, era marrom com pintinhas pretas.
O sapo ficou durante toda à tarde na nossa sala. Ele estava dentro de um vidro, com uma toca fina que estava tapando a boca, para que o sapo pudesse respirar.
Nesse tempo que esteve conosco, observamos seus movimentos e tocamos no vidro, e molhamos sua pele, para não ressecar. Não o alimentamos, pois os sapos só comem insetos vivos.
Demos o nome para ele de “Sapo Cururu”, pois amamos cantar essa música.
No final da tarde nos despedimos do Sapo Cururu e a Isadora levou-o para sua casa para soltar no quintal, para que possa procurar a sua família.