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Projeto Morro Acima: novo ano, novas pesquisas. A busca constante de um mundo melhor

O Projeto Morro Acima, iniciado em 2009 para investigar os motivos da catástrofe de 2008 no Vale do Itajaí, tem continuidade em 2011. Este ano o projeto tem como objetivos estudar o cultivo orgânico e compará-lo com o modo tradicional; entender o que é desenvolvimento sustentável; conhecer a legislação federal,…

24 de março de 2011

O Projeto Morro Acima, iniciado em 2009 para investigar os motivos da catástrofe de 2008 no Vale do Itajaí, tem continuidade em 2011. Este ano o projeto tem como objetivos estudar o cultivo orgânico e compará-lo com o modo tradicional; entender o que é desenvolvimento sustentável; conhecer a legislação federal, estadual e municipal referente ao meio ambiente, além do plano diretor de Pomerode; analisar os tipos de construções e os locais adequados para elas; e verificar qual a influência da poluição na saúde humana.
Uma das ações para a execução do projeto foi à visita ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, em Araquari, no dia 10 de março, com as turmas do 8º ano A e B, sob a coordenação dos professores Angelita, Cristina, Irani e Marcos.
Fomos recepcionados por uma professora, que apresentou alunos que monitoraram a visita. Visitamos o espaço reservado para o cultivo de bananas, de flores e de plantas medicinais, além das áreas destinadas à aquicultura, cunicultura, apicultura, criação de marrecos, suínos e bovinos.
As bananas são cultivadas para a venda. Já as plantas medicinais, flores e demais árvores, têm o propósito de estudo dentro do instituto.
Na aquicultura, alunos do Ensino Médio e Superior criam diversos animais aquáticos, como lebistes, colírio azul e cavalos-marinhos. Alguns são cultivados em tanques e lagoas, e outros, dentro de aquários para estudos científicos.
Ao visitarmos a criação de coelhos, observamos a professora e veterinária responsável pela cunicultura, que estava fazendo a desmama de alguns coelhos. Para não estressar os animais, apenas olhamos do lado de fora. Para a surpresa de todos apareceu uma jararaca, que livremente seguiu seu caminho em direção a uma árvore.
Tivemos a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a apicultura, que é o cultivo de abelhas para a produção de mel. Os vegetais que servem de alimentos para as abelhas também são produzidos na escola.
Ficamos encantados com duas leitoas que estavam amamentando seus filhotes. E, para completar, a alegria contagiou a todos quando pudemos acariciar dois bezerros.
Vale lembrar que apenas a ração dos coelhos não é produzida no colégio, por necessitar de máquinas especiais.
Conhecemos também a estação meteorológica da instituição, na qual existem equipamentos que medem a quantidade de chuva, raios ultravioleta, umidade do ar, velocidade e direção do vento e a temperatura local, com a finalidade de avaliar as mudanças climáticas da região.
“Este foi o terceiro passeio de estudo relativo ao Projeto Morro Acima. Porém, para mim, o mais proveitoso. Além de ter sido muito divertido, o contato direto com os animais e com as plantas nos fez refletir ainda mais sobre a responsabilidade em relação à preservação do meio ambiente. Também adquirimos novos conhecimentos, sobre o que é desenvolvimento sustentável, incluindo o cultivo orgânico, que prevalece na instituição”, relata a jornalista mirim, Cristine Buettgen.
 

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