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Encontrado novo foco de dengue em Pomerode

A Secretaria de Saúde (Sesa) continua em alerta, pois foi encontrado novo foco do mosquito Aedes aegypti (agente transmissor da dengue) no centro de Pomerode. Este é o segundo em dois meses e, conforme registros, o último havia sido em agosto de 2007. De acordo com o Setor de Vigilância…

10 de março de 2011

A Secretaria de Saúde (Sesa) continua em alerta, pois foi encontrado novo foco do mosquito Aedes aegypti (agente transmissor da dengue) no centro de Pomerode. Este é o segundo em dois meses e, conforme registros, o último havia sido em agosto de 2007.
De acordo com o Setor de Vigilância Epidemiológica do município, dentro de três ou quatro semanas, num raio de 300 metros do último foco, agentes de saúde estarão visitando casas, terrenos baldios, estabelecimentos comerciais e industriais para fiscalizar e orientar a comunidade. O trabalho será repetido a cada dois meses durante um ano e o objetivo é fazer com que ele não se reproduza.
Leitores entraram em contato com a redação do JP dizendo que são favoráveis as ações de combate a dengue, mas que solicitam mais atenção por parte dos envolvidos nas limpezas e fiscalizações dos cemitérios da cidade, para que no momento que vasos e lapides são vistoriados, os mesmos objetos sejam colocados em seus respectivos lugares de origem. “A vigilância tirou todos os cachepots e deixou de lado, no gramado, porém não se preocupou em quebrar os mesmos, o que faz a água acumular-se do mesmo jeito nos vasos retirados e também nas flores de plástico, que tem profundidade”, contam.
Santa Catarina é o único estado que não possui a doença instalada. Em Pomerode, com o trabalho da Sesa e a colaboração da comunidade, os riscos são praticamente nulos.

A prevenção é a única arma contra a doença
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. O Setor de Vigilância Epidemiológica informa que tem recebido o apoio de vários representantes da cidade, tais como padres, pastores, responsáveis pelos cemitérios, empresários e a população em geral.
É importante a continuidade deste processo de conscientização e não deixar acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus, vasos e pratos com plantas, jarros, garrafas, caixas d´água destampadas, tambores, latões, cisternas destampadas, piscinas sem manutenção, sacos plásticos, lixeiras, entre outros.
 

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