A sexta melhor cidade de SC
Pomerode registrou alta de 0,067 ponto no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, estudo que mede a qualidade de vida nos município brasileiros.
Pomerode registrou alta de 0,067 ponto no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, IFDM, estudo que mede a qualidade de vida em todos os município brasileiros. Mesmo com esse aumento, o município caiu da quarta para a sexta colocação no ranking estadual das melhores cidades para se viver.
Na lista deste ano, o município está atrás de cidades como Blumenau, Brusque, Florianópolis, Joinville e Chapecó. No entanto, está a frente de Jaraguá do Sul, Balneário Camboriú, Concórdia e Tubarão, por exemplo.
O estudo é elaborado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Firjan, e adota como critérios apenas saúde, educação, emprego e renda. O índice final dado a Pomerode foi 0.8559, numa escala que vai de 0 a 1. No ano passado, a cidade havia ficado com 0.8492.
Apesar da queda no ranking estadual, o índice da cidade avançou e permaneceu acima do 0.8, considerado como alto desenvolvimento pela pesquisa. No ranking nacional de qualidade de vida, Pomerode está em 105º.
No levantamento por setor, o melhor desempenho pomerodense foi na saúde, onde a cidade alcançou nota 0.9272, também dentro da margem de alto desenvolvimento. Já na área de emprego e renda, o município teve aumento de 0.7344 para 0.7783, mas ficou apenas na média considerada de desenvolvimento moderado. No quesito educação o município registrou média de 0,8622. O índice se divide em quatro categorias de desenvolvimento: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1).
Ranking estadual
1º) 0.8849 – Blumenau
2º) 0.8739 – Brusque
3º) 0.8737 – Florianópolis
4º) 0.8727 – Joinville
5º) 0.8607 – Chapecó
6º) 0.8559 – Pomerode
7º) 0.8541 – Jaraguá do Sul
8º) 0.8462 – Concórdia
9º) 0.8451 – Tubarão
10º) 0.8433 – Balneário Camboriú
O que é o Índice Firjan?
Criado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) para acompanhar a evolução socioeconômica dos 5.565 municípios brasileiros, o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) revelou, em sua quinta edição, que entre 2000 e 2010, mais que dobrou a quantidade de cidades brasileiras em patamar moderado de desenvolvimento. Nesse período, a participação de municípios na faixa moderada subiu de 30,1% (1.655 municípios) para 61% (3.391 municípios). No mesmo período, também caiu a presença de cidades na categoria de baixo desenvolvimento: de 18,2% (1.005 municípios) em 2000 para 0,3% (seis municípios). Embora continue pequeno, o número de cidades com patamar de alto desenvolvimento registrou crescimento expressivo. Passou de 19 cidades em 2000 para 328 cidades em 2010.
Com periodicidade anual, recorte municipal e abrangência nacional, o IFDM considera três áreas de desenvolvimento – Emprego & Renda, Educação e Saúde – e utiliza-se de estatísticas oficiais divulgadas pelos Ministérios do Trabalho, Educação e Saúde. Em 2012, os dados oficiais mais recentes disponíveis são de 2010, o que possibilitou uma análise detalhada das transformações sociais que marcaram o Brasil na primeira década dos anos 2000. O estudo começou em 2008, comparando os anos de 2005 e 2000, e permite determinar com precisão se a melhora ocorrida em determinado município foi decorrente de medidas políticas ou apenas reflexo da queda de outro município. O índice varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de cada localidade em quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento.