Editorial
O Jornal de Pomerode está veiculando nesta semana a terceira edição do JP nos Bairros, dando continuidade aos dois especiais anteriores, elaborados para retratar parte da história das localidades de Testo Alto e Testo Central, respectivamente. A iniciativa busca auxiliar na elaboração de um arquivo único, que possa ser utilizado…
O Jornal de Pomerode está veiculando nesta semana a terceira edição do JP nos Bairros, dando continuidade aos dois especiais anteriores, elaborados para retratar parte da história das localidades de Testo Alto e Testo Central, respectivamente.
A iniciativa busca auxiliar na elaboração de um arquivo único, que possa ser utilizado como fonte de pesquisa em trabalhos e consultas realizadas sobre a cidade de Pomerode, tendo em vista a deficiência bibliográfica sobre o tema, já que muitas histórias foram perdidas com o passar do tempo.
Não se pretende esgotar o assunto, pelo contrário. O projeto inicial JP nos Bairros vislumbra, com os especiais, fazer uma cobertura completa dos diversos bairros do município. Após o rodízio previamente delimitado, voltar-se-á a abordar os mesmos pontos, sob outras perspectivas.
Como esta edição em especial contemplou duas localidades, o projeto especial foi desenvolvido de forma distinta aos demais, contendo assim, duas capas, para que a imagem de abertura do caderno não remetesse a um bairro em específico, deixando o outro, igualmente importante, em segundo plano. Assim sendo, é perceptível a inexistência de uma numeração cronológica nas páginas, o que se explica através da possibilidade do caderno ser folheado tanto da esquerda para direita, sendo a recíproca, igualmente funcional.
A elaboração de um projeto desta complexidade foi um desafio para a equipe do Jornal de Pomerode, que necessitou realizar um trabalho de campo árduo, procurando no relato e testemunhos dos pomerodenses mais experientes, informações valiosas que se perderam no tempo, por não terem sido perpetuadas oficialmente através de registros.
Desejamos aos nossos leitores uma boa leitura e esperamos, verdadeiramente, ter colaborado para que o passado da cidade mais alemã do Brasil, tenha sido, ao menos parcialmente, resgatado.