Divulgada a relação das dez profissões mais confiáveis no Brasil
Brasil, um país prestes a ter mais um pleito eleitoral, deparou-se nesta semana com a divulgação de um ranking de profissões confiáveis, onde os políticos, ano após anos, vão decaindo nas posições. O descrédito dos brasileiros na categoria continua em baixa. Em 2009, o índice era de 16%, este ano…
Brasil, um país prestes a ter mais um pleito eleitoral, deparou-se nesta semana com a divulgação de um ranking de profissões confiáveis, onde os políticos, ano após anos, vão decaindo nas posições. O descrédito dos brasileiros na categoria continua em baixa. Em 2009, o índice era de 16%, este ano está em 11%. Já a média global era 18% e agora está em 14%. O nível de confiança na classe é maior na Holanda (32%) e menor na Itália (7%).
Nas dez primeiras posições do ranking de profissionais mais confiáveis, os bombeiros estão em primeiro lugar, seguidos por carteiros, professores de ensino fundamental e médio, por médicos, pelas forças armadas, pelas ONGs e por pesquisadores de mercado, na sequência, jornalistas, publicitários, instituições religiosas e juízes.
Os dados são de uma pesquisa realizada pela GFK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil e 4º maior grupo mundial do setor, que mediu o nível de confiança da população em profissões e organizações no Brasil, em 15 países da Europa, nos EUA, na Colômbia e na Índia.
O estudo revela ainda que, pelo segundo ano consecutivo, os bombeiros são apontados como os profissionais mais confiáveis, com 98% das menções entre os brasileiros e 94% entre as populações do resto do mundo.
Os carteiros, com 92%, conquistaram o 2ª lugar no País, seguidos dos professores dos ensinos fundamental e médio e dos médicos, que empataram em 3º lugar, com 87%. Nos outros países, também houve empate entre os professores e os médicos, 84%, mas na segunda posição; em terceiro ficaram os carteiros, com 82%.
As Forças Armadas, que no ano passado estavam entre as três primeiras categorias na avaliação internacional, este ano caíram uma posição, com 81% do índice de confiança. No Brasil, a organização subiu da 6ª para a 4ª posição, com 84%. Em quinto lugar no ranking nacional, ficaram as organizações de proteção ao meio ambiente e os pesquisadores de mercado, com 80%. A Polícia Militar está na 15ª colocação, com 51%.
No entanto, nos outros países consultados, os policiais estão na quinta posição, com 75% da confiança da população, um aumento de 14% em relação ao ano passado. São também vistos com desconfiança pelos brasileiros os executivos de bancos (47%) e os sindicatos (50%). Em contrapartida, os executivos de bancos também tiveram alta na média global, passando de 37% para 42%.
Bem avaliados entre os brasileiros, nas 6ª e 7ª posições, respectivamente, os jornalistas (76%) e publicitários (71%) não detêm a mesma confiança nos outros países. Na avaliação mundial, os publicitários ficaram na 15ª posição, com 30%, e os jornalistas na 11ª, com 41%.
O estudo da GFK revela ainda que o índice de confiança nos diretores de grandes empresas continua em queda mundialmente desde 2008, quando estava em 36%. Em 2009 caiu para 33% e este ano está em 31%. Informações divulgadas pela Agência IN.