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Jornalistas x jornalista

E.M. Dr. Bonifácio Cunha

2 de junho de 2010

No dia 12 do mês de março de 2010, fomos à Câmara de Vereadores para a reunião do JP Escola. Lá havia uma moça que nunca tínhamos visto antes. Ela se apresentou e disse que se chamava Moira. Contou um pouco de sua história, falou que se formou há cinco anos em uma universidade do Rio Grande do Sul. Logo depois de sua formatura passou a fazer o jornal da Unimed, que os funcionários e clientes recebiam. Era um trabalho muito bom, mas ela queria que suas matérias fossem expostas ao público da região e por isso, queria ser repórter de jornal ou de rádio e televisão. Trabalhou algum tempo nesses meios de comunicação, mas atualmente está trabalhando como assessora de imprensa na Prefeitura de Pomerode. Ela é responsável por acompanhar as autoridades como prefeito, vice-prefeita, vereadores, entre outros, relatando e fotografando as atividades dos mesmos.
A nossa jornalista Moira nos deu várias dicas para fazer boas reportagens, das quais destaco as cinco perguntas que devem ser respondidas pelos nossos textos jornalísticos: Onde? Quando? Como? Por quê? O que? A questão do 1º. parágrafo, que deve contar a essência da matéria, e que também é chamado de “lide”, e a importância do título, que deve ter no máximo cinco palavras das quais uma deve ser verbo. A foto também é muito importante segundo ela e por isso, deve ser exposta com a ação natural do ato. As imagens não precisam ser necessariamente fotos, podem ser desenhos, charges.
Um jornalista precisa estar sempre atento, porque tudo pode virar notícia ou manchete. A leitura também é muito importante, porque ajuda a falar e escrever e ler muito melhor.
Suas orientações foram valiosas para melhorar nosso trabalho como jornalistas.
Laica N. Rahn – Editora chefe – E. M. Dr. Bonifácio Cunha

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