O amor está no ar para os oito casais contemplados na promoção do JP
Dezenas de histórias arrancaram boas risadas da equipe julgadora da promoção, que presenteou, de maneira especial, oito incríveis casais que compartilharam com os leitores suas incríveis e hilárias histórias de amor. O Jornal de Pomerode e os parceiros comerciais Opa Boteco, Sonolar, Harmonia das Flores e Zee Rucci.
Dezenas de histórias arrancaram boas risadas da equipe julgadora da promoção, que presenteou, de maneira especial, oito incríveis casais que compartilharam com os leitores suas incríveis e hilárias histórias de amor. O Jornal de Pomerode e os parceiros comerciais Opa Boteco, Sonolar, Harmonia das Flores e Zee Rucci,
agradecem a todos que participaram, desejando a estes e a todos os casais de nossa cidade, um maravilhoso
Dia dos Namorados. Conheça as histórias selecionadas e os respectivos ganhadores.
asal Patrícia Schubert e
Lucas Guilherme Just
Dois anos e três meses de namoro
Prêmio: Uma cesta romântica – Oferecida pela Harmonia das Flores
Meu nome é Patrícia e namoro o Lucas há dois anos e três meses. Já passamos por várias situações, algumas tristes até, mas quando vi a promoção do Jornal, a primeira coisa que lembrei foi deste dia…
Dançávamos em um grupo folclórico aqui de Pomerode. Em um domingo, muito quente, fomos fazer uma apresentação na Sociedade Testo Salto. Dançamos muitíssimo! Quando eu e o Lucas sentamos, sentimos um cheiro nada agradável. Aí a gente começou a procurar de onde vinha este cheiro. Cheiramos de baixo da mesa, levantamos os braços e começamos a cheirar um ao outro. Quando levantamos a cabeça… O salão inteiro estava olhando pra gente e rindo muito… Foi o mico do ano! Pra entrar na brincadeira eu e ele começamos a rir também. Nunca mais voltamos naquele salão! Até hoje o pessoal do grupo folclórico, quando vê a gente, dá risada da nossa cara.
Casal Thais Caetano Giombelli
e Giovani Giombelli
Dois anos e sete meses de
namoro – nove casados
Prêmio: Um kit de lingerie – Oferecido pela Zee Rucci.
A situação mais engraçada foi no dia em que nos conhecemos: no Stammtisch de Pomerode, em 2010. Eu estava usando uma bota imobilizadora, havia caído de Biz, e isso chamou a atenção dele, que ficou me enchendo o saco o dia inteiro. Eu já não aguentava mais aquele chato me incomodando. Chope vai, chope vem… Por fim acabamos os dois bêbados sentados no banco da praça, tentando trocar o número de celular.
E não é que deu certo! Hoje estamos casados.
No ano seguinte, no mesmo Stammtisch, no mesmo banco da praça, um casal sentado conversando, meu marido grita: – Sai daí piá! Esse banco tem feitiço, te faz casar… Sai… Sai!
Casal Michelle Rezende e Dejinhow Barbosa
Um ano de namoro
Prêmio: Um kit de lingerie – Oferecido pela Zee Rucci.
Foram tantos momentos engraçados ao lado dessa pessoa especial que até fica difícil escolher apenas um. Mas acho que o momento mais engraçado que acabou nos marcando, foi nesta virada de ano. Era a nossa primeira virada juntos, estávamos com amigos, tudo estava perfeito, comemorávamos feito loucos a chegada do novo ano, e sabe como é, bebida não pode faltar não é? (risos). Como eu não sou muito de beber, fiquei tomando a minha Smirnoff Ice, já o meu namorado, esse daí misturou cerveja com uísque, com champanhe, com tequila, fora as bebidas que não me vem à cabeça agora, só sei que ele misturou tudo o que ele podia, com tanta mistura fica impossível não ficar bêbado, mas dessa vez ele ficou muito bêbado, ele estava muito engraçado, falava coisas sem nexo.
Fomos pular sete ondas, mas ele mal conseguia pular e acabou caindo no mar e me levou junto, aquela água estava tão gelada, mas fazer o que, naquele momento eu queria matá-lo, pois ele tinha me molhado toda, estragado a minha chapinha, mas isso é mero detalhe.
Foi só desgrudar o olho dele por um momento e lá estava ele, dançando pole dance no guarda sol, e mexendo com as pessoas, estava sendo o centro das atenções, percebi então que já era hora de levar ele pra casa, que ele já estava mais fora da casinha do que o normal. E lá fomos nós de volta ao apartamento, só que tinha um detalhe, eu não sabia muito bem onde ficava o nosso apartamento e quem sabia mesmo era ele, mas ele não estava falando nada com nada, então resolvi seguir o meu instinto e seguir o caminho que eu acreditava ser o certo.
Mas até chegar lá esse menino me deu muito trabalho, ele queria invadir as casas das pessoas que estavam comemorando o ano novo , mexia com todo mundo que passava, desejava feliz Ano Novo para todo mundo e detalhe, eu tinha que carregar ele, que mal conseguia andar. Pensa só o trabalho que esse menino me deu. Foi subir as escadas do apartamento e caiu, tive que colocar ele para tomar banho, mas estava muito difícil, pois ele queria ligar para todo mundo e chorava pedindo pra eu dar o celular pra ele, estava mais parecendo uma criança mimada. Fui até a cozinha buscar alguma coisa pra ver se ajudava a curar essa bebedeira e quando eu ouço um barulho, fui desesperada achando que ele tinha caído da sacada, mas por sorte era só um barulho mesmo. No final ele tomou banho em troca de um chocolate e depois eu o coloquei pra dormir. No outro dia ele não lembrava mais de nada, mas a minha coluna me fazia lembrar a cada instante do que tinha acontecido na noite passada, por que o carreguei o caminho todo até chegar ao apartamento.
Esse momento nos garantiu muitas risadas e virou comentário da nossa galera de amigos, e não me arrependo de nada do que eu fiz e se um dia precisar eu faço de novo, só que dessa vez eu não posso esquecer-me de filmar. Esse foi um dos momentos marcantes que passamos juntos e que acabou marcando o nosso primeiro Ano Novo juntos. E como eu digo pra ele, namorada é para os momentos de alegria, de tristeza e bebedeira. Os casais bonitos são aqueles que além de namorados, são melhores amigos, se amam e se respeitam acima de tudo, mais bonitos ainda são os diversos sorrisos quando estão juntos. Obrigada por tudo que compartilhamos até hoje, e que possamos compartilhar muitas histórias engraçadas como essa juntos.
Casal Maraya Fritzke e Evandro
Gabriel Oss-emer
Um ano e seis meses de namoro
Prêmio: Um kit de lingerie – Oferecido pela Zee Rucci.
Era janeiro de 2012, estávamos de férias, nos conhecendo e juntos a menos de um mês. Decidimos ir para Praia Canto Grande, em Bombinhas, junto com alguns amigos para aproveitar o dia. Ficamos o dia todo na praia conversando e bebendo. Havia um barzinho do outro lado da rua e pedimos algumas cervejas, caipirinhas e porções para comer. Até que os meninos resolveram jogar taco e eu acabei adormecendo. Nem havia mais sol e o meu namorado, junto com os seus amigos, começou a guardar todas as coisas. Depois eles foram ao barzinho à beira mar para pagar a conta.
De repente, acordei sem saber onde estava, sem ninguém na praia e a voz do garçom me dizendo: ‘Moça, os seus amigos foram embora e deixaram essa conta para você pagar. Eu só conseguia dizer: ‘Não, não é verdade. E pensando como eu faria para pagar a conta sem minha bolsa, como faria para sair de lá e como aquele cara que eu havia acabado de conhecer poderia ter feito isso comigo. Quase entrando em desespero, vejo do outro lado da rua, naquele barzinho, o meu lindo namorado e seus amigos rindo de mim. Foi o primeiro dos momentos divertidos que vivenciamos juntos e que ainda nos rende boas risadas!
Casa Márcio Wagner e Joyce Guths
Sete meses de namoro
Prêmio: Um kit de lingerie – Oferecido
pela Zee Rucci.
Da batida de ponto, nasceu o sentimento.
Ambos trabalhamos na mesma empresa e temos 28 anos.
Márcio Wagner nasceu em Aracaju/SE e trabalha na Expedição. Joyce nasceu em Pomerode e trabalha no Faturamento.
O primeiro contato ocorreu por rádio comunicador interno:
– Joyce, mande caminhões para o carregamento.
– Assim que tiver algum no pátio vou mandar.
Nesse contato ele já sabia meu nome e eu nem sabia quem ele era. No dia seguinte, Márcio apareceu no meu setor, enquanto eu estava sozinha, pedindo desculpas pela forma que se expressou no rádio, mas que o tinha que fazer daquela forma, pois estava sendo pressionado pelo chefe. Eu entendi, claro, e também já deixei claro que respondi no mesmo nível, pois já conhecia o chefe dele.
Naquele primeiro contato pessoal fiquei nervosa, senti que os contatos se tornariam mais fortes, o sotaque do nordeste me chamou atenção.
Passados alguns dias, Márcio abre a porta da minha sala, cumprimenta rapidamente e bate sua entrada no relógio ponto e no mesmo instante cortei suas asas:
– O RH não quer que outros setores registrem aqui.
– OK – desculpa – é que eu não sabia.
O tempo foi passando e eu o via quase todo dia.
Na verdade, eu saía da sala para tentar vê-lo. Um colega que trabalha comigo, começou a pedir o número do meu celular, que tinha alguém que pedia diariamente meu número na hora do lanche, isso por umas duas semanas ela não forneceu, pedi que avisasse ao Márcio, que se ele quisesse meu número, deveria pedir pessoalmente. E o fez. Num sábado de manhã, ele apareceu na minha sala: – Bom Dia, com licença. Foi entrando já puxando conversa comigo e com meu colega. Num certo momento tocou no assunto, respirou fundo e: – Então, depois das cortadas que já recebi, percebi que você é brava, tanto que nem seu número eu consegui ainda, tive que vir pessoalmente para pedir. O que acha de sairmos pra conversar para nos conhecermos melhor?
– Assim eu aceito.
Trocamos nossos telefones e no mesmo sábado, após o expediente saímos para conversar e desde então estamos juntos, completando sete felizes meses de namoro.
Casal Francielle Barausse
e Paulo Odwazny
Cinco anos e quatro meses de namoro
Prêmio: Um kit de lingerie –
Oferecido pela Zee Rucci.
No dia 07 de abril do ano passado, fomos ao Festival Lollapalooza com intuito de ver o show do Foo Fighters. Chegamos ao local aproximadamente as 10h e aproveitamos muito o dia e a noite de shows.
Durante o show, no meio de 70 mil pessoas pulando e cantando, eis que estraga e o tênis do Paulo, durante o show. Até aí tudo bem.
Ao encerrar o show, fomos pegar um táxi para nos dirigirmos ao hotel, porém estávamos a mil e muito felizes, foi quando peguei a camisa que compramos e acenei ao taxista e nesse momento torci o meu tornozelo, não podendo nem andar direito.
Finalmente pegamos o taxi e chegamos ao hotel, meu noivo arrastando o pé, em função do tênis estragado e eu porque tinha torcido o pé. Pensem em dois mancos adentrando no hotel.
Com muita dor no meu pé, pedi ao meu amor que fosse comprar uma água e remédio, pois estava com muita dor. Ele muito chateado e constrangido, disse: – Como irei a recepção explicar o que aconteceu? Eu mancando e você com o pé torcido?
Sem ter muita opção, ele foi.
Ao acordarmos no dia seguinte, fomos a recepção pedir um táxi para irmos ao aeroporto (detalhe: se não tivéssemos tido esses probleminhas, precisaríamos somente atravessar a passarela andando), foi quando o recepcionista prontamente foi até a rua chamar um taxista que estava próximo para nos levar ao aeroporto , e o taxista nos viu saindo do hotel com duas mochilas, Paulo e eu pendurados um no outro e mancando, cada um com o seu motivo, e fez o seguinte comentário ao recepcionista: – Terei que levar esse dois bêbedos ao aeroporto?
Essa foi uma, dentre inúmeras histórias que passamos juntos.
Casal Cleiton Clemente de Freitas e Elci Santos Alves de Freitas
Quatro anos de namoro – Em outubro de 2013, um ano de casados
Prêmio: Dois roupões, um para cada – Oferecidos pela Sonolar.
Tudo começou no dia 13 junho de 2008, numa grande festa que tem em nossa maravilhosa cidade de Pomerode, o Encontro Motociclístico.
Neste dia ficamos juntos no carro, beijos aqui, beijos ali e não é que bateria acabou? A mãe dele estava muito preocupada, já que amanheceu e ele ainda não tinha voltado para casa. Resolveu então chamar seus amigos, que são do Corpo de Bombeiros Voluntários de Pomerode.
Tiraram muito sarro de nós. Ele não queria dizer que a menina que estava com ele era eu, mas o pessoal da corporação já sabia. E assim foi que tudo começou, o início de nossa história. Uma pessoa extremamente simples. Não pedi muito e mesmo assim, Deus me concedeu você: minha linda história de amor.
Você é aquele que faltava em meu ser. Com atenção e feridade, construímos uma confiança, que nada e nem ninguém quebrará. Com o passar do tempo, passamos a nos amar e a nos dedicar um ao outro, cada dia mais. Sou grata a você meu amor, por sempre estar comigo, por sempre me apoiarem e me dar forças pra enfrentar tudo, tudo mesmo. Sem você eu não vivo, e disso todo mundo sabe…
Casal Jefferson Dirley Bär e
Janice Cristina Peiker
Sete anos de relacionamento – Noivos
Prêmio: Um jantar romântico no Opa Boteco Pomerode.
Quando estávamos no segundo ano de namoro, realizamos uma viagem para o Rio Grande do Sul. Tratava-se de uma excursão em família; logo, estavam presentes meus pais, minhas irmãs, cunhados, além de diversos tios, tias e primos. Em um almoço em uma churrascaria, havia um músico gaúcho que, com seu violão, animava os presentes.
Minha irmã Tatiane, muito brincalhona, resolveu fazer uma piadinha conosco. Ela sussurrou para ele que eu e o Jefferson havíamos noivado (o que na época não era verdade) e pediu que nos oferecesse uma música. Então, enquanto nós dois almoçávamos, simplesmente, o músico colocou-se ao nosso lado e cantou um romance gaúcho. Nós não entendemos nada. Foi quando todos começaram a gitar:
– E viva os noivos!
O restaurante estava cheio de turistas e para piorar a situação, o cantor disse:
– Notei que ficaram noivos pela palidez da moça!
Só sei dizer que se eu realmente estava pálida aquele dia, em questão de segundos fiquei corada, totalmente vermelha de vergonha. Até hoje, nos recordamos, com gargalhadas, desta situação constrangedora.