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Cadáver é encontrado enterrado no Ribeirão Lüebke

Na tarde de sábado (24/04), por volta do meio dia, um morador do Ribeirão Lüebke que estava pescando em um córrego próximo da via, após sentir um cheiro forte, foi procurar a origem e percebeu que a terra estava revirada em um ponto, cerca de 30 metros da beira da…

29 de abril de 2010

Na tarde de sábado (24/04), por volta do meio dia, um morador do Ribeirão Lüebke que estava pescando em um córrego próximo da via, após sentir um cheiro forte, foi procurar a origem e percebeu que a terra estava revirada em um ponto, cerca de 30 metros da beira da estrada. Após olhar com mais atenção, constatou que se tratava de um corpo.
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, a vítima é Gelson Aguiar Mathioni, que foi reconhecido por familiares. O homem de 34 anos apresentava uma fratura no crânio e estava enterrado no matagal há cerca de uma semana.

No local, repórteres de uma emissora de TV informaram aos policiais que estavam atendendo a ocorrência que em Blumenau foi amplamente divulgado o desaparecimento de um masculino. Foi feito contato com a PM de Blumenau, que informou o telefone da pessoa que havia comunicado o desaparecimento. Depois de ser feito o contato para colher informação e descrição da vítima, foi informado que a mesma tinha sido vista pela última vez no dia 20/04 (terça-feira), sendo encontrado seu veículo, um VW/GOL, LXA-1014, de cor vermelha, na cidade de Jaraguá do Sul

A vítima foi encaminhada ao IML de Blumenau e reconhecida por seus familiares. Gelson Aguiar Mathioni foi sepultado no Cemitério São José, em Blumenau, no dia 25/04, às 09h.
O caso está sendo investigado pela polícia, que ainda não identificou o autor do crime.

Conforme moradores da localidade, a região recebe frequentemente casais, que estacionam os veículos no local para namorar, tendo sido inclusive registrada a prática de relações sexuais nas redondezas. A região também é utilizada para a prática de macumba e rituais de magia negra, tendo sido uma vez encontrada uma carcaça de porco, rodeada por frutas e velas, conforme relato de um morador.

A Polícia Militar aproveitou a oportunidade para relembrar a importância de a comunidade informar qualquer movimentação estranha na região em que mora. Salientou ainda, que só se chegou ao cadáver em decorrência da ligação de um cidadão, que repassou a informação aos policiais de plantão.

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