Atendimento em domicílio
É muito comum o atendimento de médicos veterinários em residências pomerodenses. Este trabalho, inclusive, é oferecido pela Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente do município, para produtores rurais. No entanto, há algumas regras que devem ser observadas na hora de solicitar e receber o atendimento.
É muito comum o atendimento de médicos veterinários em residências pomerodenses. Este trabalho, inclusive, é oferecido pela Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente do município, para produtores rurais. No entanto, há algumas regras que devem ser observadas na hora de solicitar e receber o atendimento.Segundo o médico veterinário e coordenador de inspeção da Sederma, Eduardo Bortoncello, para solicitar o serviço médico veterinário o produtor rural deverá ligar para a Secretaria de Agricultura e relatar o caso clínico, sendo que o mesmo será anotado, agendado e repassado aos médicos veterinários.
No entanto, somente animais de produção são atendidos. Podem solicitar o atendimento produtores rurais e só serão atendidos animais de produção (Bovinos, Equinos, Suínos, Caprinos e Ovinos), ressalta.
O serviço prestado é gratuito e não pode ser cobrado. A única cobrança que pode ser realizada faz referência ao medicamento que, em alguns casos, vem a ser aplicado nos animais. Ainda de acordo com o médico veterinário, fica a critério do produtor comprar o medicamento através do veterinário ou de forma particular. O serviço não é cobrado, apenas é cobrada a medicação, caso o produtor queira comprar apenas a dose necessária para tratar tal enfermidade. Mas a compra da medicação fica a critério do produtor, caso ele queira comprar na agropecuária é passado um receituário médico e o produtor pode comprar o medicamento na agropecuária de sua escolha. A intenção do veterinário ao aplicar a dose no animal doente é facilitar a vida do produtor, já que o trabalho não visa lucro, explica.
A cobrança é efetuada devido ao fato do veterinário comprar o medicamento. Só a dose de medicamento ministrado no animal é cobrada. O medicamento é comprado com recursos do próprio veterinário e o valor da compra é apenas devolvido ao profissional, ressalta.
A definição dos valores a serem cobrados é feita de acordo com o remédio e a dose a ser aplicada. O valor cobrado é definido de acordo com o remédio e a dose aplicada. A cobrança depende da quantidade de medicamento ministrado no animal e da condição clínica que ele apresenta, esclarece.
Todavia, o próprio produtor deve fiscalizar o preço cobrado, através da nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial no qual o veterinário efetuou a compra do medicamento. Esta é uma facilidade oferecida ao produtor pelo veterinário. O próprio produtor pode fiscalizar o valor cobrado pelo veterinário, ao olhar a nota fiscal fornecida pela agropecuária no ato da compra. Mas ele tem a total liberdade de comprar a medicação na agropecuária, com o receituário fornecido pelo veterinário, caso ache mais vantajoso, enaltece Eduardo.
O dinheiro pago pelo produtor não é investido em lugar algum, uma vez que visa o retorno do valor pago pelo médico veterinário. O dinheiro do medicamento é apenas devolvido pelo produtor ao veterinário. O serviço não usa dinheiro público e não visa lucro. É apenas uma facilidade e um complemento no atendimento, com o intuito de ajudar o produtor, completa.
Por conta disso, nenhuma nota fiscal é emitida na prestação desse serviço. Mas é importante que, antes do pagamento, o produtor confira o valor desembolsado pelo veterinário com o objetivo de evitar equívocos. O serviço veterinário não é cobrado, por isso não é emitida nota fiscal. O valor cobrado pela medicação aplicada é apenas devolvido ao veterinário, que comprou com recursos próprios, e por isso não é fornecida nota fiscal. Mas o produtor pode conferir o valor na nota emitida pela agropecuária no ato da compra, finaliza.
É importante ressaltar que o serviço a ser cobrado pelos médicos veterinários diz respeito à aplicação de medicamentos, não ao serviço veterinário prestado. Em caso de cobrança suspeita e/ou excessiva, o caso deve ser levado à Sederma. Em caso de denúncia comprovada e repassada à prefeitura, a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente irá investigar, explica o Secretário da Sederma, Maurício Wisnieswski.