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Operação prende pessoas que fraudam obtenção de CNH, em SC e no RS

Identificar e prender pessoas envolvidas em processo fraudulento na obtenção de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi o objetivo da ?Operação Conducence?.

28 de novembro de 2009

 

 

Identificar e prender pessoas envolvidas em processo fraudulento na obtenção de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi o objetivo da ‘Operação Conducence’. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil Catarinense, com apoio da Polícia Civil Gaúcha, na manhã de quinta-feira, 19/11, nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Foram presas 21 pessoas, até o momento, sendo 18 no RS e três em SC. Os acusados serão indiciados por formação de quadrilha e falsificação de documentos.Foram cumpridos 19 Mandados de Busca e Apreensão e 21 Mandados de Prisão Temporária em cidades dos dois Estados. Além disso, foram apreendidos diversos computadores, CNHs, duas espingardas e um revólver calibre 38. Em Santa Catarina, os mandados foram cumpridos em São José, Palhoça, Florianópolis, Criciúma e Itapema. Já no Rio Grande do Sul, os locais foram Porto Alegre, Viamão, Gravataí, Sapucaia do Sul, Novo Hamburgo, Crissiumal e Inhacorã.A operação foi coordenada em SC, pelo Diretor da Academia da Polícia Civil (Acadepol), André Luis Mendes da Silveira, e também por Delegados que integram o GRECO – Grupo de Repressão ao Crime Organizado. A ação contou com a presença de 12 Delegados, 78 agentes e 36 viaturas.A investigação iniciou há cerca de três meses, através de denúncia anônima. O processo ocorria no município de Palhoça (SC). Os clientes eram atraídos no RS e um Centro de Formação de Condutores (CFC) de Palhoça enviava documentos ao DETRAN como se as pessoas tivessem realizado as aulas e as provas necessárias. De acordo com o Diretor da Acadepol, André Luis Mendes da Silveira, as habilitações eram negociadas por R$ 2,8 mil.De acordo com o Delegado Ranolfo Vieira Júnior, Diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) do RS, que comandou a ação no Estado, entre os presos, há duas pessoas analfabetas e alguns despachantes. O grupo agia pelo menos desde janeiro deste ano, segundo apurado.

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