Geral

Humildade

E.B.M. Almirante Barroso

6 de maio de 2009

E.B.M. Almirante Barroso

Sabemos que hoje em dia não há mais tanta humildade como há anos, quando crianças brincavam com seus humildes brinquedos, confeccionados por elas próprias.
Onde está a humildade das pessoas nos dias de hoje? Muitas pessoas só pensam em dinheiro e fortuna. Crianças não se satisfazem com um simples brinquedo.
Humildade é ter a capacidade de vivenciar e conviver com todo tipo de emoções. A pessoa humilde é capaz de tolerar os acontecimentos diários, sem entrar em pânico.
“Humildade é uma coisa que todo ser humano deveria ter, pois neste mundo há várias pessoas necessitando de ajuda. Muitas passam fome, moram debaixo de pontes, não têm cobertores para se aquecerem nos dias frios. Mas, graças a Deus, ainda há pessoas solidárias que são muito importantes à sociedade e à humanidade, principalmente às pessoas carentes”, desabafa Elaine, 6ª A.  
Uma pessoa humilde não critica, mas ajuda seu próximo. A realidade para ela é uma lição de vida.
“Pratique o que aprendeu no lugar de acumular conhecimentos. Você pode ajudar alguém agora mesmo com aquilo que já aprendeu, porque aquilo que não compartilhamos nós podemos perder. Sejamos humildes para evitar um isolamento, distanciamento e solidão, porque vale a pena usufruir a própria vida e compartilhar com os outros. Tente. Seja humilde e seja feliz”, relata Márcia Ruediger Falk.
Há muitas pessoas humildes em nosso meio, mas que geralmente são discriminadas pela sua humildade porque não usam roupas bonitas, não tem carros luxuosos.
Quem mais sofre com isso são as crianças, quando começam a ir à escola ou a lugares sociais. Sabe-se que em tempos passados as crianças eram mais felizes. Naquela época as crianças não se envolviam com drogas porque elas ficavam em casa confeccionando sua diversão, fazendo seus próprios brinquedos, pois os pais não tinham condições financeiras para comprá-los.
“Minha família era muito humilde. Meu pai trabalhava na roça e não ganhava muito, minha mãe era dona de casa. Éramos seis irmãos e às vezes faltava até alimento em nossa mesa, mas isto não influenciou na nossa felicidade”, acrescenta Márcia Ruediger Falk.

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