Laços de afeto são fatores decisivos no desenvolvimento global do aluno
E.B.M. Almirante Barroso
E.B.M. Almirante Barroso
As emoções fazem parte do cotidiano das nossas escolas. A todo instante vivenciamos uma experiência emocional que se manifesta de diversas maneiras, com suas características próprias (algumas até têm semelhanças), mas diferentes no seu conteúdo. Um exemplo é bem claro: alguns choram de dor ou tristeza; outros, de alegria.
Com a educação emocional, criamos um vínculo afetivo muito grande: é quando acontece um comprometimento mútuo entre professor e aluno, respeitando a individualidade de cada um deles enquanto pessoa. Wallon nos diz: “A educação da emoção deve ser incluída entre os propósitos da ação pedagógica, o que supõe o conhecimento íntimo do seu modo de funcionamento”.
Será que é possível imaginar ainda nos dias de hoje, que não há relação entre a aprendizagem e o emocional do aluno?
Na sala de aula, os alunos, com freqüência, entram em conflito por uma série de sentimentos que vivenciam em casa, na rua ou na escola e que se refletem na aprendizagem, às vezes, positivamente e, às vezes, negativamente.
Nós, professores, temos que descobrir alternativas ou encontrar a peça que falta em nossos esforços para chegarmos até os alunos e não transformar nosso ensino em mais uma oportunidade para o fracasso escolar.
O professor é o mediador desse processo de aprendizagem: as relações de ensinar e aprender. Aprender e ensinar entre professor e aluno acontecem constantemente.
O professor não precisa exercer uma autoridade explícita. Sua autoridade docente é conquistada pela sua cidadania, sua liderança e sensibilidade.
Tânia Mara Gruetzmacher Doege – Especialista em Educação Escolar ? Inclusão