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Volta a Santa Catarina em MTB é realizada

Depois de ter sido adiada, em virtude da greve dos caminhoneiros no fim de maio, a 20ª Volta a Santa Catarina em Mountain Bike foi, finalmente, realizada neste fim de semana. A cidade de Rio dos Cedros recebeu, entre os dias 12 e 14 de outubro, cerca de 130 atletas de todo o Brasil.

20 de outubro de 2018

Depois de ter sido adiada, em virtude da greve dos caminhoneiros no fim de maio, a 20ª Volta a Santa Catarina em Mountain Bike foi, finalmente, realizada neste fim de semana. A cidade de Rio dos Cedros recebeu, entre os dias 12 e 14 de outubro, cerca de 130 atletas de todo o Brasil para este desafio, que compreendeu pouco mais de 100km e mais de 2800 metros de altimetria acumulada, nas três etapas. A chuva e o frio foram ingredientes a mais para as disputas, que ocorreram na Península Palmeiras.

Pomerode também fez parte do evento, com sete ciclistas. Na categoria Elite Pro, Gabriel Waldemar Doege (Dárien Bike Shop) terminou na nona colocação, com o tempo acumulado de 9:47’04”. Já na Sub 30 Pro, Denílson Klebber (Academia Movimento / SOS Bikes) também ficou em nono, com 7:37’26”.

Na Categoria Master A2 Sport, houve a participação de três atletas pomerodenses. Márcio Andre Millnitz (Raio Wear / Pomerode) concluiu as etapas com o tempo acumulado de 4:59’07”, ficando na terceira colocação. Já Rafael Jandre (Funpeel / Pomerode Bike Team / Elemental Fitness) fez o sexto tempo, completando o percurso em 6:07’17”. E, por fim, André Lyra (Elemental Bike Team / Imobiliária Rogério Vick) terminou na sétima colocação, em 6:34’25”.

Pela Master B1 Sport, Arthur Peter Schneider (Funpeel) foi o quinto melhor piloto, com o tempo exato de 5:00’00”. Já na categoria Master C2 Sport, mais um pódio para Pomerode, por meio de Waldir Tesch, que fez 5:01’58” e finalizou as disputas na segunda colocação. “É uma prova desafiadora, em três dias seguidos, com trechos de trilhas muito técnicas e lama, subidas, chuva e frio. Tanto que, no domingo, largamos com essas condições climáticas e não sabíamos se conseguiríamos completar, devido ao desgaste físico e do equipamento. Mas, no fim, deu tudo certo”, ressalta Tesch.

Já Millnitz também comenta que a prova foi muito difícil, especialmente, a última etapa. “Estávamos muito cansados já, até na dúvida de largar, mas fomos. Choveu e ventou muito durante a prova, além do frio. Mas não desistimos e conseguimos completar em uma ótima posição ainda”.

O atleta enfatiza que o resultado é muito gratificante, pois é o fruto do trabalho e da dedicação a esse esporte, mesmo com a pesada rotina do dia a dia. “Numa prova desse nível, conseguir uma medalha é um orgulho inexplicável. Afinal, somos pessoas ‘comuns’, com agenda complicada, compromissos, trabalho, família, e que ainda conseguimos algumas ‘brechas’ semanais para poder ir treinar. Por isso, segurar esse troféu é uma emoção. Nele, está um pouco do nosso suor, dos nossos objetivos alcançados e dos aprendizados ao longo do caminho”, finaliza.

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