A passagem de um intenso ciclone extratropical mantém a região Sul em alerta desde a segunda-feira, 8 de dezembro. De acordo com a Defesa Civil, ao menos dez municípios do Rio Grande do Sul já registraram estragos, com maior concentração na Serra Gaúcha.
O fenômeno trouxe chuva volumosa e fortes rajadas de vento, resultando em destelhamentos, quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e bloqueios de vias em diferentes pontos.
A prefeitura de Flores da Cunha, na Serra, começou a contabilizar os prejuízos causados pelo temporal registrado na segunda-feira. Segundo o prefeito Cesar Ulian, entre 30 e 40 casas ficaram destelhadas, número que ainda pode aumentar conforme as equipes avançam nas vistorias. A área mais afetada é a localidade de Travessão Alfredo.
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A Defesa Civil do Rio Grande do Sul alerta para risco de temporais isolados, com possibilidade de queda de granizo, entre terça (9) e quarta-feira (10). A tendência é de que o ciclone se desloque para o alto-mar na quinta-feira (11), reduzindo gradualmente os efeitos sobre o continente.
Em uma cidade de aproximadamente 31 mil habitantes, foi instalado um gabinete de crise para coordenar as ações de resposta. O município também recebeu reforço do governo estadual, ampliando a atuação da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e da Brigada Militar após a passagem do ciclone.
Santa Catarina
Em Santa Catarina, a Defesa Civil estadual também emitiu alertas para ventos fortes, chuva intensa e possibilidade de tempestades isoladas, com risco de alagamentos, enxurradas e destelhamentos. O estado registrou instabilidade ao longo do dia, e diversas cidades suspenderam aulas como medida preventiva.