Uma visita do Sítio
O C.E.I.M Prof. Nora Krueger Dallmann recebeu uma visita muito importante, na quinta-feira, dia 31 de maio. Quem esteve na escola, foi um grupo de alunos da Escola Municipal Martin Stein, de Timbó. Os visitantes mostraram para as turmas do pré um pouco dos personagens do sítio do Pica-pau Amarelo. Quem trouxe os alunos para a escola foi a professora Jéssica Laís Dallabona Nardelli.
O C.E.I.M Prof. Nora Krueger Dallmann recebeu uma visita muito importante, na quinta-feira, dia 31 de maio. Quem esteve na escola, foi um grupo de alunos da Escola Municipal Martin Stein, de Timbó. Os visitantes mostraram para as turmas do pré um pouco dos personagens do sítio do Pica-pau Amarelo.
Quem trouxe os alunos para a escola foi a professora Jéssica Laís Dallabona Nardelli. Ela conta que teve a ideia porque, na ocasião da comemoração do Dia Internacional da Literatura Infantil, a professora estudou com os alunos algumas histórias de Monteiro Lobato e do Sítio do Pica-Pau Amarelo. “Eles ficaram muito interessados, como conheço esse grupo de Timbó, resolvi trazê-los para apresentarem os personagens às crianças”.
A coordenadora do projeto timboense, professora Rosangela C. M. Bertram, conta que o objetivo principal das apresentações é para que os alunos estudem as histórias do Sítio. “Eles estudam e depois contam para os outros. E a melhor forma de se contar uma história é através do teatro”.
O grupo se apresenta em várias ações, mas sempre lembrando que os alunos apenas têm o compromisso com a leitura, e ainda incentivar a leitura para outros colegas.
O texto escrito por Monteiro Lobato sofreu algumas adaptações, pelo texto ser denso, para que as crianças de quatro a cinco anos entendessem o enredo. “Fizemos pequenas alterações, mas a nossa preocupação maior é manter a fidelidade do texto original”, explica Rosângela.
O teatro foi tão bem aceito que os pequenos não queriam sair de perto dos personagens. A Emília estava tão requisitada que mal conseguia andar. O brilho nos olhos das crianças evidenciaram que literatura nunca envelhece, o quanto são ricos os textos brasileiros e que eles gostam sim de leitura, é só saber como conduzir.