Esporte

Parceria dentro e fora do esporte

Tudo começou na Meia Maratona de Pomerode de 2016, quando a empresária Joyce Fernanda da Silva, as arquitetas Lizziane Mylena Volkmann e Anamélia Regina Zibell, e a analista de produto Luana Zilse Volkmann, participaram, juntas, da Corrida Rústica de seis quilômetros.

18 de julho de 2017

Tudo começou na Meia Maratona de Pomerode de 2016, quando a empresária Joyce Fernanda da Silva, as arquitetas Lizziane Mylena Volkmann e Anamélia Regina Zibell, e a analista de produto Luana Zilse Volkmann, participaram, juntas, da Corrida Rústica de seis quilômetros. A partir daí, iniciou-se uma verdadeira parceria em prol da saúde, tendo como pilar, a corrida. “A Anamélia já corre há algum tempo, junto com o namorado. Como ela estudou com a Lizziane, que é minha amiga, uma acabou ‘puxando’ a outra e fomos participar da primeira corrida juntas. E, como na época, eu fazia Muay Thai e era amiga da Luana, já a ‘puxei’ também”, conta Joyce.

Naquela corrida, todas se conheceram mais e a parceria iniciou. E, hoje, o grupo está maior, contando, ainda, com a supervisora financeira Jeane Siewert, que participou de duas corridas, e com a analista administrativa Rafaela Greuel, que vai fazer sua “estreia” no dia 16 de julho, na Meia Maratona de Blumenau. “Era uma coisa que chamava atenção de nós já há um tempo e, como a Anamélia já participava, acabou começando e o grupo só foi aumentando. Acabou virando uma paixão, é uma adrenalina diferente a cada corrida, pois encontramos pessoas de Pomerode e de outras regiões, o que acaba resultando em novas amizades. Além disso, é uma energia muito boa. Só participando para sentir, é bem bacana” reitera a empresária.

Correr entre amigos é a melhor maneira de aliviar o estresse de uma semana de trabalho, além de ser um momento de encontrar as amigas e “colocar o papo em dia”. Tudo isso, aliado à saudável prática de uma atividade esportiva. “É rir, aprender uma com a outra, ajudar a melhorar nas corridas, dar dicas, não querendo ser melhor que ninguém, mas ajudando para trazer lado a lado, como uma amizade se define”, ressalta Joyce, acrescentando que a constante evolução também faz parte desse contexto. “Apesar de termos participado de poucas competições e não termos um preparo muito bom (risos), estamos sempre de olho no tempo. Melhorar faz bem para cada uma. Na última corrida, até brincamos, porque uma estava com febre, outra tinha acabado de sair de uma virose, essa com dor aqui, aquela com dor ali, mas, mesmo assim, fomos e quando cada uma cruzava a linha de chegada, aplaudíamos muito, porque é uma vitória boa demais entre amigas. Com certeza, o importante é competir, mas o resultado nos estimula a fazer cada vez melhor. Tudo no nosso tempo, é o que a gente sempre diz, mas desistir, jamais”.

Além disso, Jeane também ressalta que, inclusive, há professores de academias incentivando seus alunos a participarem das corridas, com o intuito de incentivar, ainda mais, a prática de exercícios, o fortalecimento e criação de novas amizades. “Por isso, percebemos que, durante as provas, há pessoas de todos os biótipos, idades, amadores, profissionais, pais de família etc. Por isso, o objetivo principal é o bem estar e a superação individual de cada participante”, enfatiza a supervisora financeira.

Joyce finaliza, agradecendo o apoio de todos, principalmente das “meninas”, que estão ali por amor à corrida e pela amizade foi criada a cada Meia Maratona, a cada risada, a cada batalha. “Não somos profissionais, não somos as que chegam lá na frente, mas, quem sabe, um dia (risos). Mesmo assim, competimos dentro do nosso tempo, mas sempre procurando superar nossos limites. Acordar aos domingos de manhã para correr, é algo muito prazeroso, faz bem para a saúde e para a autoestima. Por isso, posso dizer que, para aqueles que têm medo de enfrentar esses limites e não conseguir, a gente também tinha e conseguimos superá-lo. Portanto, participem, pois não vão se arrepender”, conclui.

Notícias relacionadas