O bom filho à casa torna
É hoje! A partir das 20h30min, no Ginásio Sérgio Luiz Petters, em Indaial, a APF Funpeel / Zoo Pomerode / Knoten Jeans entrará em quadra para a sua estreia no Torneio de Verão de Indaial. A equipe pomerodense busca o tricampeonato da competição.
É hoje! A partir das 20h30min, no Ginásio Sérgio Luiz Petters, em Indaial, a APF Funpeel / Zoo Pomerode / Knoten Jeans entrará em quadra para a sua estreia no Torneio de Verão de Indaial. A equipe pomerodense busca o tricampeonato da competição, que promete ser uma das maiores da história, em virtude do excelente nível dos times.
E para buscar mais este título, a APF buscou um “velho conhecido” das quadras, que também promete ser a esperança de gols: Eleandro Padilha, de 32 anos, mais conhecido como Padilha, vindo do Curitibanos. O pivô fez 35 gols na Liga Catarinense de 2018 e vai usar essa experiência para levar a APF aos seus objetivos.
O atleta concedeu entrevista ao JP Esporte, falando sobre a sua volta à equipe, pela qual foi campeão no ano de 2011.
JP Esporte – Porque aceitou o desafio de integrar, novamente, a equipe da APF? Como surgiu o convite?
Padilha – Por se tratar de um time que sempre entra no torneio em busca do título, pela seriedade de toda a diretoria e, o principal, pelos muitos amigos que fiz amigos em Pomerode. Este é meu oitavo ano defendendo a APF no Torneio de Verão.
JPE – Qual a expectativa para o Torneio de Verão?
P – A melhor possível. Vamos com muita humildade, mas em busca do tricampeonato.
JPE – O que representa a APF para você?
P – Ao longo desses anos defendendo a APF, me sinto em casa quando visto essa camisa. Além da relação com a torcida que, aos poucos, foi crescendo e, junto com o time, foi criando uma identidade. Uma torcida guerreira e fanática. Hoje, quem veste essa camisa e chega nesse grupo, é sempre acolhido como um filho, afinal, a APF é uma verdadeira família.
JPE – Que lembranças você tem do título de 2011? Qual a importância dele para a sua carreira?
P – A importância do título e a emoção de todos foi única, pois se tratava do primeiro título do Torneio de Verão da APF. E o primeiro a gente nunca esquece, não é? Foi uma emoção única, que só quem estava lá consegue entender, um sentimento que não tem explicação. Nós estávamos ‘batendo na trave’ há dois anos e sempre chegando, praticamente, com o mesmo grupo. Não havia nenhuma ‘estrela’ e todos os jogadores jogavam por um só objetivo: o escudo da APF. Acho que foi um título que marcou cada um que estava ali, pelo fato de que as coisas sempre foram mais difíceis para a APF.
JPE – Por ser a atual campeã, existe uma responsabilidade maior nesta edição da disputa?
P – Com certeza, esse ano há uma responsabilidade bem maior, por ser o atual campeão. Acredito que quando se joga contra o vencedor, os adversários sempre querem dar um algo a mais, então, a responsabilidade aumenta. Por isso, o nível de concentração dos jogadores da APF terá que ser maior. Quem estiver no grupo, vai ter que entender que vai estar entrando em quadra pra defender um título. Esse ano, as disputas estarão muito equilibradas, sem favoritos, estão todos no mesmo nível e com chances de buscar o título.
JPE – Como você vê a evolução do Torneio como um todo, ao longo dos anos?
P – Com toda a certeza, é um dos melhores do Brasil. A cada ano que passa, a competição fica mais disputada e os times se reforçam, principalmente, os maios tradicionais, que já criaram uma rivalidade dentro de quadra. E isso é bom pra todos, jogadores e torcedores que vão ao ginásio. A organização está de parabéns, pois o torneio é visto e bem falado no país inteiro.