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SC confirma primeiro caso de febre amarela em 2021

Trata-se de uma mulher, de 40 anos, moradora da cidade de Taió.

43575d0aa2c21c37471c1d4c07e5e268.jpg Foto: Flickr / US Department of Agricultre / Creative Commons

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC) confirmou, nesta quarta-feira, 27 de janeiro, o primeiro caso de febre amarela em humano neste ano. Trata-se de uma mulher, de 40 anos, moradora da cidade de Taió, no Alto Vale do Itajaí, que não tinha registro de vacina contra a doença e está internada em Blumenau.

 

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A febre amarela é uma doença grave, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, em áreas silvestres e próximas de matas. Os macacos, por viverem no mesmo ambiente que esses mosquitos, são as primeiras vítimas da doença.

“É por isso, que é tão importante que a população notifique a secretaria de saúde do município quando avistar um macaco morto ou doente. Eles sinalizam a presença do vírus na região e norteiam as ações de prevenção e de vigilância”, explica Renata Gatti, bióloga da Dive/SC. No ano de 2020, foram 134 mortes de primatas confirmadas, com a doença.

A vacinação é a melhor forma de se proteger da febre amarela. “A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde”, explica Lia Quaresma Coimbra, gerente de imunização da Dive/SC.

 

 

Todos os moradores do estado, com mais de nove meses, devem ser imunizados. A cobertura preconizada pelo Ministério da Saúde é de, pelo menos, 95% desse público-alvo seja imunizado. Até o momento, a cobertura vacinal do Estado está em 70,67%.

“A febre amarela é uma doença de evolução rápida. Quadro febril agudo de até sete dias de duração acompanhado de dor de cabeça intensa, dor abdominal, manifestações hemorrágicas, icterícia e elevação das transaminases podem ser um sinal da doença. Por isso é importante solicitar os exames e seguir o fluxo de atendimento” alerta João Fuck, gerente de zoonoses da Dive/SC.

Fonte: Governo de SC



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