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Jornal de Pomerode

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Procedimentos eletivos serão retomados em Pomerode

O Governo do Estado liberou o retorno das cirurgias, consultas e exames eletivos na rede hospitalar pública e privada de Santa Catarina

47fc4723c0a44eaff814eb90b31f22f0.jpg Foto: Arquivo Jornal de Pomerode

O Governo do Estado liberou o retorno das cirurgias, consultas e exames eletivos na rede hospitalar pública e privada de Santa Catarina. A determinação consta em duas portarias, 341 e 342 publicadas nesta quarta-feira, 20 de maio, no Diário Oficial do Estado. A novidade foi anunciada pelo governador Carlos Moisés durante coletiva de imprensa, ao lado do secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro. 

 

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De acordo com o diretor executivo do Hospital e Maternidade Rio do Test, Frank Volkmann, em entrevista por telefone à TVJP, as cirurgias e procedimentos eletivos serão retomados na instituição, a partir desta liberação.

“Estávamos esperando por esta liberação, já que estes procedimentos estavam bloqueados há mais de 50 dias. Nossos profissionais já utilizam, rotineiramente, equipamentos de proteção individual, que também funcionam como proteção ao coronavírus e, o mais importante é manter a distância da ala que destinamos aos pacientes que eventualmente precisarem ser internados com a Covid-19”, explicou o diretor executivo.

 

O HMRT já destinou um espaço exclusivo às possíveis internações por Covid-19, em que não há contato algum com o centro cirúrgico.

Portanto, nos próximos dias, os procedimentos eletivos serão retomados no HMRT. Estes são os exames, consultas ou cirurgias ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que não sejam casos de urgência. Ou seja, são procedimentos em que a pessoa pode aguardar um tempo para que sejam realizados, mas que ainda são necessários para a saúde delas.

“Também, em decorrência desta situação com o coronavírus, a procura por atendimento no pronto-socorro diminuiu cerca de 70% e os procedimentos eletivos tiveram uma redução de cerca de 90%. É uma forma de prevenção e as pessoas têm a consciência de só ir ao hospital em casos de extrema necessidade”, enaltece Volkmann.