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Pomerode sedia lançamento de livro

Obra "Alma Cicloviajante - Uma Aventura pelo Vale Europeu" tem Pomerode como um dos seus capítulos.

9eda9ac8d71e02e406757c57d883ccce.jpeg Foto: Divulgação

Uma verdadeira viagem de bicicleta, realizada por uma paranaense, pelos nove municípios do Vale do Itajaí que compõem o primeiro circuito brasileiro de cicloturismo. Este é o tema do livro “Alma Cicloviajante - Uma Aventura pelo Vale Europeu”, escrito pela professora Susi Saito e que foi lançado, em Pomerode, na segunda-feira, dia 20 de janeiro, durante a 37ª Festa Pomerana, no estande da Acip / Avip.

 

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Susi, que tem 53 anos e é professora de Educação Física, pedalou sozinha por uma semana, no ano de 2015, e registrou em um diário impressões e sentimentos. A aventura foi realizada de maneira “solo” e autônoma, ou seja, sem suporte de pessoas, transportes ou companheiros de viagem. Tanto que uma de suas paradas foi a Festa Pomerana, o que fez com que a cidade ganhasse um capítulo todo especial em sua obra. “Em janeiro daquele ano, eu fiz todo o planejamento para, justamente, poder escrever o livro, em paralelo ao projeto de realizar a minha primeira cicloviagem. Como o Circuito Vale Europeu é todo sinalizado e planilhado, facilita muito para os que vêm para cá, pela primeira vez. Afinal, passamos por percursos que não conhecemos e isso nos deixa mais seguros. Quando eu cheguei à cidade de Pomerode, fui surpreendida por uma festa linda, que já começa pelo desfile, onde as pessoas estavam se organizando para seguir até o pavilhão. Fiquei deslumbrada”.

 

(Foto: Isadora Brehmer)

Sua paixão por esportes de aventura iniciou quando sofreu um acidente de moto, em 1988, que a impediu de andar, por sete meses. No livro, ela conta como passou da imobilidade forçada a uma relação íntima com o esporte, onde correu maratonas e corridas de aventura, com duração de 24 horas. Logo depois, descobriu o cicloturismo e apaixonou-se pela combinação entre esportes e aventura. “Para adentrar na viagem propriamente dita, conto um pouco da história de como fui parar no meio do cicloturismo, contrariando as expectativas comumente esperadas para alguém com meu perfil, por ter sofrido um sério acidente que me impossibilitou de andar por sete meses, justamente, quando havia acabado de graduar-me em Educação Física. Saí de uma vida sedentária de maneira bastante inusitada, adentrando no mundo da corrida devido ao encontro inesperado no parque de minha cidade, com um personagem que me fez, após 19 anos, sair correndo. E percebi que meus olhos voltaram a brilhar diante do encantamento por reinventar a vida, construindo degraus com todas as pedras do caminho”, destaca.

Depois do Vale Europeu, Susi não parou mais de viajar. Neste período, percorreu todos os roteiros de cicloturismo catarinenses, além de cidades do Nordeste brasileiro, Itália, Portugal, Espanha e França.

 

(Foto: Isadora Brehmer)

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