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Os desafios diante da pandemia

Decretos, medidas de segurança e falta de competições: mesmo diante das dificuldades, Vôlei de Praia se mantém ativo, na cidade.

5125e07128e5cfe014637d906f925eaa.jpg Foto: Divulgação

Uma das modalidades que também vem enfrentando grandes desafios, por conta dos decretos e da própria pandemia da Covid-19, é o Vôlei de Praia. Contando com cerca de 40 praticantes, nas categorias Sub 15 a Sub 21, o projeto vem se adaptando, para manter as atividades, sem colocar em risco a segurança sanitária dos atletas.

 

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Segundo o treinador, Manoel Peixoto da Cunha, o popular Maneca, os treinamentos da modalidade, nas categorias Sub 19 e Sub 21, vêm acontecendo desde maio de 2020, de forma regular (dependentes dos decretos), neste período de pandemia. 

“Para garantir a segurança de nossos atletas e seus familiares, realizamos, em todas as sessões de treinamento, a aferição de temperatura, higienização das mãos e atividades com maior distanciamento entre os atletas. Já nas categorias Sub 15 e Sub 17, os treinamentos são realizados uma vez por semana, divididos nos naipes masculinos e femininos, quando os decretos não impedem. Enfatizamos que nosso projeto é de característica competitiva, ao ar livre e, segundo a Federação Internacional de Voleibol, é considerada uma modalidade individual, embora haja divergência nesta categorização”, ressalta.

 

Categorias Sub 15 e Sub 17  |  Foto: Divulgação


 

Na visão de Maneca, a manutenção da capacidade física e mental dos jovens é fundamental para superarmos este período sombrio que estamos passando. “Por conta disso, buscamos sempre conscientizar nossos atletas e pais, sobre a importância do distanciamento social, do uso de máscaras e demais medidas preventivas contra a Covid-19”, frisa.

Em 2020, a categoria Sub 19 conseguiu participar apenas uma competição, na qual, conquistou a medalha de bronze. “Foi na etapa do Circuito de Vôlei de Praia do Paraná. Já as categorias abaixo ainda não tiveram a experiência de competir, o que, do ponto de vista psicológico, físico, técnico e tático, é bastante ruim para a formação do atleta”.

 

Categorias Sub 19 e Sub 21  |  Foto: Divulgação


 

Projeção para o futuro

Apesar de todas as dificuldades, o treinador tem boas perspectivas para a modalidade, nos próximo meses. “Nas categorias Sub 19 e Sub 21, temos uma parceria com a Elase, de Florianópolis, que nos possibilitará a participação no Campeonato Brasileiro de Clubes (CBI).  Também buscamos apoio da Funpeel e da iniciativa privada, para disputarmos o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, organizado pela Confederação Brasileira de Voleibol. Acreditamos que, no segundo semestre deste ano, o calendário esportivo possa ser retomado, em função da evolução da campanha de vacinação contra o coronavírus”, projeta o treinador.

 

Treinador Maneca  |  Foto: Divulgação


 

“Ainda destacamos que, embora vivamos um momento caótico, nosso projeto consegue se manter de forma brilhante, pelo qual, contamos com o apoio da Prefeitura Municipal de Pomerode, através da Funpeel, do Colégio Sinodal Doutor Blumenau, da iniciativa privada, dos pais e apoiadores da modalidade. Em nossa equipe, temos grandes atletas e promessas da modalidade em Santa Catarina, em todas as categorias, e esperamos conquistar muitos pódios para o Vôlei de Praia de nossa cidade, quando vencermos nosso principal adversário do momento: a Covid 19”, completa.

 



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