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Jornal de Pomerode

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Guardando parte da história, dentro de casa

Jovem pomerodense de 18 anos preserva jornais, selos, cédulas e outros artefatos como um dos seus hobbies

b20d4f8906f806a6d15fcaa4e774e39b.jpg Foto: Raphael Carrasco / Jornal de Pomerode

Uma maneira de preservar a história como uma forma de lazer. No bairro Vale do Selke, mora um jovem pomerodense de 18 anos que ama colecionar e guardar objetos que possuem sua importância histórica para a nossa cidade e, até mesmo, em nível nacional. Ewerton Siewert despertou a paixão pelas antiguidades e pelo resgate da história comunicada através de jornais, revistas e informativos, desde os 11 anos de idade. Nesta coleção que guarda um acervo histórico riquíssimo, o Jornal de Pomerode se faz presente, com edições que estão arquivadas, em sua residência, desde o primeiro ano de fundação do JP, em 1999.

 

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As edições que Siewert tem preferência em guardar são aquelas que envolvem histórias com personagens da cidade, especiais como o de aniversário, datas comemorativas e outros, além de outros projetos antigos do Jornal de Pomerode, como a Revista Magazine, que circulou 2013 a 2016, juntamente com a edição impressa do JP. 

 

Especiais do Jornal de Pomerode fazem parte da coleção do jovem. (Foto: Raphael Carrasco / Jornal de Pomerode)

Além de resgatar a história através dos jornais, o jovem ainda reserva um espaço especial para cédulas e moedas antigas, como notas de cruzeiro, cruzado e moedas estrangeiras, como da Zâmbia, Argentina, Paraguai e outras.  As listas telefônicas e, também, os cartões que eram usados nos populares e muito conhecidos orelhões, entre o fim dos anos 80 até meados de 2008, também são guardados com muito carinho pelo pomerodense, em pequenas pastas. 

Selos de cartas também são itens colecionados pelo jovem. Em seu rico e histórico acervo, ele também guarda exemplares dos fascículos distribuídos pela Prefeitura Municipal de Pomerode, nos anos 80, em uma série histórica intitulada “Pomerode, sua história, sua cultura, suas tradições”. Estes possuíam cerca de 20 páginas, contando um pouco da história da nossa cidade e sobre a origem da imigração alemã. 

E, além de preservar toda a história noticiada pela imprensa pomerodense, ele tem um espaço especial, em seu quarto, com fotografias antigas de sua família, a Siewert, variando de diversas épocas diferentes. Inclusive, ele mesmo fez questão de montar uma Árvore Genealógica virtual, em um site, no qual, registrou as datas de nascimento de cada um, casamento e óbitos. Ele faz questão de guardar tudo que envolva a sua família e ainda continua fazendo pesquisas para saber mais sobre seus antepassados.

 

Retratos da família têm lugar especial em seu quarto. (Foto: Raphael Carrasco / Jornal de Pomerode)

“Eu tenho muito orgulho de guardar tudo isso, não só as coisas materiais, mas também, todas as informações que tenho, anotadas e na mente. O que me motiva a colecionar é que, por meio disso, estou preservando a história e também me divertindo, claro”, relata.

Siewert também fala da onde surgiu sua inspiração para manter um acervo tão rico e ter essa paixão pelo resgate da história.

“Eu sempre gostei de antiguidades e de pesquisar sobre meus antepassados. Mas foi na escola que esse hobby foi aumentando, quando, um certo dia a professora pediu para montarmos nossa árvore genealógica. Desde então, nunca mais parei, isso já faz sete anos. Desde lá, coleciono e pesquiso sobre meus antepassados. E, uma das minhas inspirações foram meus avós, Valmor e Nilsa Siewert e Ingo e Edla Volkmann, e me inspiraram, pois sempre gostavam de preservar a história da família e da cidade”, finaliza.

 

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