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As incertezas diante da Covid-19

Volta do Vale do Itajaí ao nível Gravíssimo suspendem atividades esportivas coletivas.

415762f4800b5799b35a71ad49e7f20f.JPG Foto: Arquivo JP

Com a mudança da Matriz de Risco para o nível Gravíssimo, anunciada pelo Governo de SC no último sábado, 13 de fevereiro, mais uma vez, os eventos esportivos foram prejudicados. Isso porque, a portaria determina que esportes coletivos, como o Futebol e Futsal, não sejam praticados, nem mesmo de forma recreativa.

 

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Por isso, alguns campeonatos que começavam a ser discutidos, de forma interna, terão que aguardar mais um pouco para serem realizados. É o que diz o presidente da Funpeel, Arlindo Ewald. “Com a volta ao nível Gravíssimo, infelizmente, tivemos que voltar à estaca ‘zero’. Está bem explícito, inclusive, é citado o Futsal, especificamente. Por isso, mão poderemos nem fazer uma competição fechada, sem a presença dos torcedores”, ressalta.

Ewald se refere a um possível Campeonato de Futsal, que seria realizado no Ginásio Ralf Knaesel, seguindo todas as recomendações sanitárias. “Além desta, já estávamos em conversações com algumas associações, como o Tiro, sobre as competições estaduais programadas, pois a situação no Grave, nos permitia algumas adequações”.

O presidente da Funpeel acredita que, por enquanto, a situação não deva mudar. “Sei que existem algumas competições privadas ocorrendo, mas nós, como Poder Público, temos que dar o exemplo. Mesmo porque, nem poderíamos abrir o ginásio para uma evento privado. Portanto, não vemos outra saída a não ser esperar, infelizmente”.

 

 

Na questão escolar, Leke comenta que o trabalho, desde o ano passado, como um todo, vem sendo prejudicado por essa situação. “Em 2020, não houve Jogos Estudantis. Esse ano, também estamos prevendo um grande prejuízo para os nossos atletas de base. Muitos deles, tinham nessa competição, além dos Joguinhos e Olesc, a oportunidade de ganhar a sua primeira medalha. No entanto, temos que ser cautelosos. Mantenho contato constante com a Secretária de Saúde, Lígia Hoepfner, sobre a situação, para tentar alinhar os procedimentos, quando a situação melhorar”.

A Matriz de Risco Gravíssimo, no entanto, permite que esportes que possam ser trabalhados individualmente sejam praticados, como o Vôlei de Areia e Atletismo. No entanto, o Ewald destaca que a situação é frustrante, pois o esporte é vida e saúde. “Ano passado foi, praticamente, todo ele perdido e, agora, estamos vivenciando a mesma situação. Eu vejo que as pessoas que praticam e gostam do esporte estão muito frustradas, sem contar a questão física, afinal, uma pessoa voltar a participar de uma competição, de uma hora para outra, sem o devido preparo, pode ser muito prejudicial. Infelizmente, o esporte está pagando um preço bem alto durante a pandemia. E vamos notar que, na volta de muitas modalidades, o número de atletas pode ser menor. Só nos resta aguardar e torcer por um futuro melhor”, finaliza.



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