Morre o ex-presidente da LPD, Rolf Weh
O sábado amanheceu mais triste para os amantes do esporte, em Pomerode.
O sábado amanheceu mais triste para os amantes do esporte, em Pomerode. Por volta das 7h do último dia 08 de fevereiro, aos 79 anos, no Hospital e Maternidade Rio do Testo, faleceu Rolf Weh, ex-presidente da Liga Pomerodense de Desportos (LPD). Ele deixou a esposa, Edalina, com quem foi casado por quase 56 anos, as filhas Roseli Maria, Sandra Regina e Tania Luize, um genro, quatro netos e uma legião de amigos, que fez ao longo de mais de cinco décadas dedicadas ao esporte pomerodense.
Nascido em 16 de junho de 1940 e apaixonado por Futebol, como toda criança, foi no Floresta, em 1956, que Weh deu os seus primeiros chutes, jogando como aspirante. Permaneceu na equipe verde por cinco anos e conciliava o esporte com o seu emprego, na Gráfica Raimundo Jung.
Entre 1964 e 1994, fez parte do quadro de funcionários da Gráfica Mayer, empresa na qual se aposentou. Mesmo dedicado ao seu trabalho gráfico, não abandonou a sua maior paixão, tanto que, de 1961 até 1967, atuou pelo Internacional, de Testo Alto. Depois, ainda teve passagens por Água Verde e Botafogo, quando, em 1970, assumiu o time aspirante do Floresta, cargo que ocupou até 1972.
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(Foto: Arquivo / Jornal de Pomerode)
Em 1973, atuou no 25 de Julho e, no ano seguinte, foi jogar na Vasquinho, time no qual se aposentou, em 1981. No entanto, isso poderia ser o fim da carreira esportiva, pois a perda de uma final foi tão marcante, que Weh ficou durante 10 anos afastado do esporte.
No entanto, em 1991, a paixão pela bola voltou a tomar conta de sua vida, uma vez que foi eleito vice-presidente da Liga Pomerodense de Desportos. Quis o destino que ele pudesse contribuir de maneira mais incisiva com o esporte de nossa cidade. Um ano depois, após o afastamento do então presidente, Waldemar Wiesner, assumiu a presidência da entidade, permanecendo até 1997, quando se tornou diretor técnico. Em 2000, foi eleito novamente vice-presidente da LPD, atuando até o ano de 2003. Posteriormente, Weh assumiu neste mesmo ano, o cargo de diretor do departamento técnico, que deixou em 2012, para, finalmente, se aposentar.
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(Foto: Arquivo / Jornal de Pomerode)
Mas Weh não se destacou apenas no Futebol, tanto que, também, era um exímio jogador de Futebol de Salão, Bocha e de Bolão. E Nas suas horas vagas, mantinha a mente ocupada, fazendo palavras cruzadas. Além do esporte, também era um apaixonado pela música, veia artística que herdou do seu pai, Vinzenz Weh. Ele tocava bandola e bandolim, instrumentos que o acompanharam por toda a vida e que permanecem guardados em seu quarto, como forma de manter viva a sua memória.
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Com a esposa, Edalina, em 2018 (Foto: Arquivo / Jornal de Pomerode)
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