Lotes de Paracetamol são recolhidos pela Anvisa após detecção de irregularidades
Agência determinou o recolhimento após a fabricante identificar variação indevida na quantidade de codeína em diversos lotes.
Foto: Envato Elements
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta terça-feira (9), o recolhimento de diversos lotes do medicamento Paracetamol + Fosfato de Codeína, fabricado pela Geolab Indústria Farmacêutica S/A, após a própria empresa identificar irregularidades na composição do produto.
De acordo com a fabricante, o processo de recolhimento é voluntário, iniciado após análises internas apontarem que alguns lotes apresentaram variação indevida na quantidade de codeína, que ficou entre 1,9% e 2,66% — índice fora dos parâmetros exigidos pelas boas práticas de fabricação.
A codeína é um opioide utilizado para o alívio da dor, e qualquer divergência na dosagem pode comprometer a segurança e a eficácia do medicamento.
Lotes que devem ser recolhidos
A medida atinge diferentes apresentações do produto, tanto para uso geral quanto para uso hospitalar. Serão recolhidas as unidades dos lotes fabricados a partir de 28/01/2025 nas seguintes apresentações:
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 7,5 mg, cartela com 12 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 7,5 mg, cartela com 24 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 7,5 mg, embalagem hospitalar com 96 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 7,5 mg, embalagem hospitalar com 480 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 30 mg, cartela com 36 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 30 mg, cartela com 24 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 30 mg, embalagem hospitalar com 96 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 30 mg, embalagem hospitalar com 480 comprimidos.
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Paracetamol + Fosfato de Codeína – 500 mg + 30 mg, cartela com 12 comprimidos.
A Anvisa reforça que consumidores que possuam unidades dos lotes citados devem interromper o uso e entrar em contato com a Geolab para orientações sobre a devolução e substituição.
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A Agência também destaca que segue monitorando o caso e que o recolhimento é uma medida preventiva para garantir a segurança dos pacientes.