Investigado é preso preventivamente em Timbó durante apuração de suspeita de crimes sexuais contra crianças e adolescentes
Polícia Civil cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão; celular e notebook foram recolhidos e serão periciados
Foto: PCSC / Divulgação / Imagem Ilustrativa
A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu preventivamente um homem de 40 anos, investigado por supostas condutas de natureza sexual envolvendo crianças e adolescentes, entre 11 e 15 anos em Timbó. A prisão ocorreu no início da noite da última sexta-feira (21), durante uma operação conduzida pela Delegacia de Polícia Civil do município.
Segundo a Polícia Civil, a investigação reúne elementos que indicam que o investigado teria abordado no mínimo 7 possíveis vítimas nas proximidades de estabelecimentos de ensino de Timbó, utilizando um veículo automotor. Diante das informações levantadas durante a apuração, a autoridade policial representou pela prisão cautelar do suspeito e pela expedição de mandado de busca e apreensão domiciliar.
Os pedidos foram deferidos pelo Poder Judiciário, após manifestação do Ministério Público.

Foto: PCSC / Divulgação
Celular e notebook serão periciados
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os policiais recolheram um telefone celular e um notebook. Os equipamentos serão encaminhados à Polícia Científica para exames periciais, incluindo a extração e análise de dados.
De acordo com a Polícia Civil, o material poderá contribuir para o avanço da investigação e para a instrução probatória.
A ação foi realizada pelo delegado Ismael Gustavo Jacobus Marmitt, acompanhado por um agente da Polícia Civil e por uma guarnição da Polícia Militar.
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Após a prisão, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional. Ele passou por audiência de custódia e permanece preso cautelarmente.
Investigado permaneceu em silêncio
Assistido por advogado, o investigado foi interrogado pelo delegado responsável pelo caso, mas optou por permanecer em silêncio.
A identidade dele não foi divulgada pela Polícia Civil, assim como eventuais informações que possam levar à identificação das possíveis vítimas. Segundo a corporação, o sigilo é necessário em razão da natureza dos fatos e para não comprometer diligências que ainda estão em andamento.
A investigação permanece em curso. A Polícia Civil reforça que a eventual responsabilização criminal dependerá da apuração dos fatos e da análise das provas pelas autoridades competentes, sendo assegurados o devido processo legal e a presunção de inocência.