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Estádio Renato Silveira é interditado

Alegando falta de segurança, o Ministério Público protocolou, na sexta-feira, dia 01 de fevereiro, uma ação solicitando a interdição imediata do estádio Renato Silveira, em Palhoça. O pedido, acatado pela juíza Cintia Werlang na manhã de domingo, pegou todos de surpresa. Na decisão, a juíza determinou a proibição do local e aplicou multa de R$ 50 mil caso jogos sejam realizados no local.

1 de junho de 2015

Alegando falta de segurança, o Ministério Público protocolou, na sexta-feira, dia 01 de fevereiro, uma ação solicitando a interdição imediata do estádio Renato Silveira, em Palhoça. O pedido, acatado pela juíza Cintia Werlang na manhã de domingo, pegou todos de surpresa.
Na decisão, a juíza determinou a proibição do local e aplicou multa de R$ 50 mil caso jogos sejam realizados no local. Isso vale até que a direção do Guarani apresente licenças e alvarás para funcionamento. Werlang ainda citou problemas estruturais do estádio, como a existência de arquibancadas de metal. Em seu despacho, ela abordou a tragédia ocorrida em Santa Maria (RS), que deixou 235 mortos.
Pouco antes do início do confronto, ainda havia uma expectativa pelas partes envolvidas, uma vez que durante toda a tarde, junto com advogados e auditores do TJD, o presidente Amaro Júnior esteve na Sala da 3ª Vara Cível de Palhoça tentando modificar a decisão da juíza. No entanto, após os times ingressarem no gramado e os torcedores aguardarem do lado de fora, o árbitro suspendeu a partida.
Até o fechamento da edição, a Federação Catarinense de Futebol não havia definido a nova data do confronto. Dependendo do relatório da súmula, o Guarani pode ser punido com WO, caso fique comprovado que não houve condições de segurança para a realização da partida.

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