Educação

CAPS recebe uma visita jornalística

Em uma tarde muito animada e produtiva, no dia 13 de agosto, os alunos jornalistas mirins da Escola de Educação Básica Municipal (E.E.B.M.) Prof. Vidal Ferreira, os jornalistas do Jornal de Pomerode e os usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Pomerode reuniram-se para discutir assuntos sobre a criação do Jornal Bem Estar, que será editado pelos usuários do CAPS.

1 de junho de 2015

Em uma tarde muito animada e produtiva, no dia 13 de agosto, os alunos jornalistas mirins da Escola de Educação Básica Municipal (E.E.B.M.) Prof. Vidal Ferreira, os jornalistas do Jornal de Pomerode e os usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Pomerode reuniram-se para discutir assuntos sobre a criação do Jornal Bem Estar, que será editado pelos usuários do CAPS, que foram surpreendidos com a presença.
A visita dos alunos da E.E.B.M Prof. Vidal Ferreira começou por volta das 13h30min, quando chegaram ao CAPS e foram recepcionados pela Coordenadora, Viviani Penha Marques, que mostrou-lhes as instalações do local.
Em seguida houve uma oficina de produção de texto jornalístico, ministrada pela jornalista do Jornal de Pomerode. Ela passou noções de construção de um texto de jornal e em conjunto com os presentes, montou um texto de jornal sobre o evento do dia.
Segundo a Coordenadora do CAPS, os adultos assistidos pela instituição têm a vontade de continuar o projeto de um jornal interno que era desenvolvido ano passado. “Sempre desenvolvemos ações como essa de troca de experiências com a comunidade. É uma forma de reinserção na sociedade”.
Para o tecnólogo Educacional, Fabiano Pradié D’Oliveira, o evento teve a importância de informar a comunidade de Pomerode Fundos, onde está localizada a escola, o que é o CAPS; repassar aos jornalistas mirins da E.E.B.M. Prof. Vidal Ferreira o aprendizado sobre texto jornalístico e auxiliar o CAPS na confecção do jornal dessa instituição.
Ao final do encontro, as crianças da escola revelaram que antes de conhecer a instituição, elas imaginavam um local totalmente diferente. Elas concordaram que os usuários são pessoas doentes e, muitas vezes, têm muito mais força de vontade e capacidade que uma pessoa considerada saudável.

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