Brasil chega a 35 medalhas na Paralimpíada de Tóquio
País está na sexta colocação no quadro geral.
Em mais um dia de Paralimpíadas de Tóquio, o Brasil conquistou cinco medalhas, em modalidades do atletismo e no tênis de mesa. Com as premiações, o País chega a 35 medalhas conquistadas no Japão.
Com um lançamento de 45,59m, Claudiney Batista dos Santos faturou o ouro no lançamento de disco classe F56 (cadeirantes). Confirmando o favoritismo, ele conseguiu os quatro melhores lançamentos da prova, em seis tentativas. Além de subir ao lugar mais alto do pódio, pela segunda vez consecutiva, Santos – que tem o recorde mundial da prova (46,68m) – bateu novamente o recorde paralímpico.
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Foto: Miriam Jeske / CPB
A catarinense Bruna Alexandre conquistou a prata, a primeira do Brasil na disputa individual do tênis de mesa, na classe V10 (atletas andantes). Bruna foi superada, na final, pela chinesa naturalizada australiana Qian Yang, por 3 sets a 1. Esta é a segunda medalha da brasileira em Paralimpíadas – na estreia na Rio 2016, a paratleta faturou bronze.
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Foto: Miriam Jeske / CPB
Em uma corrida de recuperação, o velocista Vinícius Rodrigues conquistou a medalha de prata na corrida dos 100 metros T63 (amputados de membros inferiores), com o tempo de 12”05. Por apenas um centésimo de diferença o brasileiro não levou o ouro, que ficou com Anton Prokhorov, do Comitê Paralímpico Russo (CPR), com a marca de 12”04. O terceiro lugar ficou com o alemão Leon Schafer (12”55).
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Foto: Rogério Capela / CPB
O Brasil obteve mais uma prata no arremesso de peso Classe F11 (deficientes visuais), com Alessandro Rodrigo da Silva. O paulista de Santo André, que ficou cego devido a uma toxoplasmose, conseguiu fazer um arremesso de 13,89m, distância superada apenas pelo iraniano Mahdi Oladi, que obteve a medalha de ouro, com um arremesso de 14m43.
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Foto: Wander Roberto / CPB
Por fim, o Brasil conquistou o segundo ouro, no lançamento de disco, com Elizabeth Gomes, na disputa feminina da classe F52 (cadeirante). A atleta paulista ainda quebrou duas vezes o próprio recorde mundial na modalidade. No penúltimo lançamento conseguiu 13,33m, o primeiro recorde, o que já lhe garantiu o degrau mais alto do pódio, antes mesmo do fim da prova. No último lançamento, bateu novo recorde, de 17,62m.
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Foto: Wander Roberto / CPB
Com as conquistas, o Brasil manteve o sexto lugar no quadro geral de medalhas, com 12 de ouro, oito de prata e 15 de bronze. A China permanece na liderança, com 119 medalhas, seguida pela Grã-Bretanha (68) e pelo Comitê Paralímpíco Russo (61).
