Brasil chega a 19 medalhas de ouro nas Paralimpíadas de Tóquio
No total, País soma 54 premiações e volta à sexta colocação no quadro geral.
Em mais um dia de disputas, dentro da Paralimpíada de Tóquio, o Brasil fez história novamente. Isso porque uma das medalhas de ouro conquistadas, veio em uma das modalidades estreantes na competição.
Logo no início das disputas, Marivana Oliveira conquistou a medalha de prata na prova do arremesso do peso feminino classe F35, disputada no Estádio Olímpico. Para garantir a conquista, a atleta conseguiu uma marca de 9,15m.
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Foto: Wander Roberto / CPB
Ainda no atletismo, Mateus Evangelista alcançou a medalha de bronze na prova do salto em distância masculino classe T37. Para isso, ele teve que saltar 6,05m, em sua segunda tentativa. Além disso, ele teve três movimentos invalidados, além de saltar 5,87m e 5,80m nas outras tentativas.
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Foto: Ale Cabral / CPB
Já Alessandro da Silva fez valer a sua condição de favorito e faturou a medalha de ouro na prova de lançamento de disco masculino classe T11, a segunda conquista do brasileiro no Japão. De quebra, ele estabeleceu o novo recorde paralímpico (43,16m), em sua segunda tentativa.
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Foto: Wander Roberto / CPB
Na natação, o catarinense Talisson Glock faturou sua terceira medalha, vencendo a prova dos 400m livre da classe S6 (deficiência físico-motora), com o tempo de 4’54”42. O brasileiro já havia conquistado dois bronzes na Tóquio 2020: no revezamento misto 4x50m livre 20 pontos e nos 100m livre (S6).
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Foto: Mirim Jeske / CPB
O mineiro Gabriel Geraldo Araújo, o Gabrielzinho, também foi ouro na prova dos 50m costas da classe S2 (deficiência físico-motora), com o tempo de 53”96. Esta é a terceira medalha de nadador, de apenas 19 anos.
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Foto: Reprodução / Twitter @cpboficial
E para fechar com chave, literalmente, de ouro, o Brasil se tornou o primeiro País a subir ao lugar mais alto do pódio no parataekwondo, modalidade estreante nos Jogos Paralímpicos. O paulista Nathan Torquato, de 20 anos, da classe K44 (atletas com amputação de braço) até 61kg, se sagrou campeão, após a interrupção da final contra o egípcio Mohamed Elzayat. O embate foi suspenso logo no início, devido à falta de condições físicas do adversário.
Elzayat sofreu uma lesão no rosto durante a semifinal, contra o atleta Daniil Sidorov, do Comitê Paralímpico Russo (RPC). Ele desferiu um golpe irregular e acabou desclassificado, com o egípcio avançando à final.
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Foto: Rogério Capela / CPB
Com as conquistas, o Brasil assumiu, novamente, a sexta posição no quadro de medalhas. Agora, são 19 ouros, 13 pratas e 22 bronzes, totalizando 54 premiações. A China permanece na liderança, com a Grã-Bretanha em segundo e o Comitê Paralímpico Russo em terceiro.
Com informações: Agência Brasil
