O sonho de seguir a profissão do pai
Jovem pomerodense acompanha o trabalho de pai como motorista e pretende seguir a mesma profissão, no futuro
Passar de geração para geração. Na família Scheiwe isto é uma grande realidade. Jonas Scheiwe, 40 anos, é motorista há mais de 20 anos e sempre foi um apaixonado pela profissão. Toda inspiração por seguir na profissão, veio do pai que também era motorista. E, nos dias de hoje, a história se repete, com um personagem a mais. O filho de Jonas, Kevin Jonas Scheiwe, 12 anos, já tem em mente o que deseja seguir no futuro: ser motorista.
O jovem, desde pequeno, sempre se mostrou interessado por ônibus, principalmente quando acompanhava o pai nas viagens pela empresa Volkmann. Indo junto e aproveitando os mais diversos trajetos ao lado do pai, dentro do ônibus, Kevin foi criando a ideia de também ser motorista, já que ele possui uma paixão por viajar e conhecer os mais diversos lugares do Brasil e também fora dele.
Desde que acompanha o pai, o menino sempre busca conhecer um pouco mais da profissão e também sobre os ônibus. Scheiwe conta que o filho sempre fica ansioso quando o mesmo pode viajar junto com o pai.
“Desde cedo ele sempre mostrou interesse e até hoje diz para gente que o desejo dele é ser motorista. A gente fica feliz, embora ele seja muito novo e possa mudar de ideia no futuro, porém, se é um sonho dele seguir nessa carreia, iremos sempre apoiá-lo”, relata.
Scheiwe também comenta que a paixão atrás de um volante está no sangue e comenta que ao voltar de algumas viagens, trazia para o filho miniaturas de ônibus para que o mesmo pudesse brincar. A mãe, Ivone Scheiwe, conta que a vontade do filho é conhecer vários lugares através das estradas.
“Talvez ele possa ser motorista de caminhão. Meu marido começou também dirigindo caminhão e o Kevin pode também seguir para esse caminho, não só exatamente como motorista de ônibus”, comenta.
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Família reunida atrás do ônibus dirigido por Jonas. (Foto: Raphael Carrasco / Jornal de Pomerode)
Scheiwe também ressalta que conheceu outros países da América do Sul por conta da profissão e isto também faz com que o filho sinta ainda mais vontade de seguir como motorista.
“Foi como motorista que eu pude conhecer outros países e outras culturas. São viagens longas porém você também acaba aproveitando. Então, o Kevin já iniciou os estudos no inglês, para adquirir mais conhecimento e ele se sente muito empolgado para ir a aula. Só o tempo dirá o que ele vai querer ser, no futuro”, finaliza.
