Esporte

Talento pomerodense na terra de Tio Sam

O sonho de muitas pessoas, principalmente aquelas que estão diretamente ligadas ao esporte é, algum dia, ter uma experiência internacional. E para que isso aconteça, muitos degraus precisam ser superados. Uma pomerodense, de nome Karoline Saiber da Silva, começou a subir estes degraus em agosto de 2012. Como tem uma madrinha morando nos Estados Unidos, o caminho se tornou mais fácil.

1 de junho de 2015

O sonho de muitas pessoas, principalmente aquelas que estão diretamente ligadas ao esporte é, algum dia, ter uma experiência internacional. E para que isso aconteça, muitos degraus precisam ser superados.
Uma pomerodense, de nome Karoline Saiber da Silva, começou a subir estes degraus em agosto de 2012. Como tem uma madrinha morando nos Estados Unidos, o caminho se tornou mais fácil.
Karol, que jogou vôlei muitos anos pela A.D. Pomerana e, mais recentemente, por São João Batista e Nova Trento, está ministrando treinamentos da modalidade na cidade de Cedaburg, Wisconsin, nos Estados Unidos.
“Cheguei aqui no dia 15 de agosto, com um vocabulário de inglês muito fraco. Para me ajudar, minha madrinha entrou em contato com uma escola de ensino fundamental, para que eu pudesse auxiliar nos treinos. No dia 28, iniciei os treinamentos, juntamente com mais duas técnicas onde estive presente em duas vitórias nossas. Quando acabou a temporada da escola, minha madrinha procurou o contato do clube para que eu pudesse iniciar atividades com crianças, famílias e idosos”, conta.
A pomerodense ministra treinamentos aos sábados, juntamente com mais quatro técnicos nos treinos de futebol, com crianças de quatro a 12 anos; e às quintas-feiras, com mais dois técnicos no vôlei, na faixa etária de oito a 16 anos. “Eu faço este trabalho voluntário e eles me ajudam a aprimorar o inglês. Estou adorando a estadia aqui, mas em janeiro retorno para casa. Penso, futuramente, voltar pra cá, mesmo que seja só a passeio. Quero voltar a praticar o voleibol, o que sempre foi o meu sonho. Mas, com o início da faculdade, vai ficar um pouco difícil, o que vai ser muito doloroso, pois não quero ficar longe das quadras. Quando dou treinos para as crianças, a vontade de entrar e jogar são enormes”, diz.
Karol conta que seus alunos a consideram uma espécie de amuleto. “Tenho acompanhado os jogos de vôlei do time de ensino médio e a mãe de uma das meninas me chama de ‘amuleto da sorte’, pois em uma partida, as meninas estavam perdendo e após a minha chegada ao ginásio, elas viraram e ganharam. Dizem que eu trouxe sorte do Brasil”, finaliza a atleta.

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